ZUMBIDO NO OUVIDO É SINAL DE ALGO MUITO ERRADO. VAMOS RESOLVER ISSO?


audicao-ouvido-orelha-20120103-original2Observei ser bem mais comum do que pensava zumbidos nos ouvidos das pessoas. 20% delas convivem com esse problema, subindo para 25% para quem tem mais de 70 anos (matéria da Veja AQUI).

E o problema maior é que a medicina mais uma vez percebo se perder no buscar resolver esse problema de forma eficiente. Danos em células do sistema ou degeneração do sistema nervoso envolvido são o que dizem acontecer, e provocados por exposição à sons em altura elevada (jovens), por uso contínuo da alguns medicamentos (bem comum) como uso de barbitúricos e antidepressivos, além de diabetes, má alimentação e algo que não concordo: dizem que cera nos ouvidos pode provocar zumbidos (creio que cera seja justamente a proteção natural dos meus ouvidos). 

Se formos buscar o que possam ser soluções, além do óbvio parar de ouvir sons alto e de se alimentar errado e tal, eles não apontam de fato o que sejam causas reais dos zumbidos para aí apresentar alguma solução efetiva.

Alguns médicos detetam degeneração em tecidos nervosos do sistema, e acabam “oferecendo” cirurgia sem garantias para o problema. Eu jamais faria uma cirurgia dessas.

De efetivo mesmo, NADA vindo da medicina. E não vão passar daí enquanto não olharem para o problema do ponto de vista eletromagnético como apresentado no artigo Energia e Saúde.

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A CAUSA DOS ZUMBIDOS

A maior parte dos zumbidos nos ouvidos das pessoas ocorre por desalinhamento, perda de sincronismo e distorções nos campos magnéticos da região da cabeça, com alto paramagnetismo ali resultante.

Vimos no artigo Energia e Saúde encontrado AQUI que um grave problema que ocorre com os seres humanos é se verem em partes de seu corpo em condição de susceptibilidade magnética chamada de “paramagnética”, ou seja, com tendência das reações químicas e mesmo eletromagnéticas que ocorrem na região reagirem aos campos magnéticos a que são expostas, de forma a distorcer as informações/funções esperadas para o metabolismo, com perda de fluidez/sincronicidade das informações.

Situações adversas inúmeras acontecem no corpo pelo alto paramagnetismo. O fenômeno da “incrustação” é um deles. Pedras se formam, membranas, veias e artérias se entopem, glândulas e articulações se calcificam, sangue piora, problemas no coração surgem, abre-se porta para câncer e doenças degenerativas, o emocional reage negativamente e surgem sintomas emocionais importantes que acabam potencializando mais disfunções/problemas no corpo. Tudo de ruim acontece e vai acontecer se a pessoa não agir para parar esse processo de aceleração de seu envelhecimento e morte.

Nos últimos anos a resultante magnética quanto à susceptibilidade na superfície do planeta tem se tornado cada vez mais paramagnética. Todas as doenças que vemos aumentar exponencialmente nos últimos anos são decorrentes desse aumento do paramagnetismo. Zumbido nos ouvidos é um dos sintomas que nos deparamos em decorrência desse fenômeno.

Sem combater o paramagnetismo, não há o que fazer. E, ainda que a pessoa cuide de neutralizar essa condição magnética, ela não vai conseguir resolver esse problema se houver lesão em nervos do sistema auditivo. Sendo lesão em tecido nervoso o que gera o zumbido e esse sendo intenso/alto, a pessoa tende a desenvolver depressão com o tempo.

Isso vai acontecer porque os neurônios lesados do tecido nervoso não tem “conserto” em curto ou médio prazo. Devem ser substituídos pela neurogênese e isso é algo muito lento, mesmo considerando a ativação dela após a Terapia DB7 Energia, o que normalmente irá acontecer. Sendo crônico o zumbido, o paciente possivelmente não aguentará os anos necessários para o restabelecimento natural dos tecidos. Deve procurar ajuda psiquiátrica nesse caso.

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O QUE FAZER

Não sendo lesão do tecido nervoso, na maioria dos casos basta polarizar o paciente para o neutro susceptível magnético e detoxificá-lo frequencialmente. A polarização já cuidará das causas secundárias, como principalmente a calcificação da glândula pineal. Não devemos nos esquecer que sons são frequências que se propagam no ar ou num meio qualquer em ondas eletromagnéticas.

O fluxo de informações que se dá na região da pineal, em estando prejudicado pela perda da sincronicidade/alinhamento entre os campos magnéticos que o compõe (são milhões de pequeníssimos campos magnéticos), e com um alto grau de paramagnetismo na região, sofre distorção e daí interfere nos códigos de alta vibração que a glândula está decodificando, criando padrões sonoros (ruídos) que são amplificados pelo líquido que envolve a glândula, gerando o “zumbido”.

O que mais gera zumbidos são os ruídos frequenciais que já estão em área de alta vibração chegando pela pineal, hipófise e hipotálamo. Metais tóxicos, produtos químicos e parasitas provocam ruídos ressonantes que originam também os “zumbidos”. Para essa fonte de zumbidos basta fazer a detoxificação frequencial da Terapia DB7 Energia.

Podemos dizer que todas as pessoas que apresentam zumbidos em seus ouvidos possuem também sua pineal calcificada, e assim apresentam uma grande série de sintomas emocionais e relativos à sua capacidade mental, com tendência a desenvolverem doenças degenerativas com o tempo.

Tem de resolver o quanto antes as causas dos zumbidos, que nesse caso são sinais sonoros de emergência que seu corpo está lhe dando para você sair do alto paramagnetismo e cuidar resolver os desajustes de campos magnéticos em que se encontra.

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O TRATAMENTO

Para resolver problemas com zumbidos normalmente é necessário uma única sessão de 2 horas, para a polarização de campo magnético e inserção de frequências básicas para dessensibilizar área de alta vibração para agentes tóxicos e patológicos. Entre 10 a 25 dias depois da sessão o zumbido deve desaparecer, pois a pineal deverá estar desincrustada/descalcificada, e os campos nessa região sincronizados, alinhados e próximos ao neutro para sua susceptibilidade.

O tratamento só funciona para pessoas que possuem sangue O+, A+, B+ e AB+

Não há dor, invasão do corpo da pessoa, não há contato do terapeuta com o paciente para a polarização. Tudo se dá tranquilamente e sem nada de estranho, por um baixo custo.

22 responses to this post.

  1. Posted by Margareth on 12 de Novembro de 2016 at 14:15

    Oi estou interessada em fazer este tratamento, quero saber preço e aonde é , espero retorno

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    • Sra. Margareth, peço gentileza de ler o artigo AQUI falando sobre a Auto-avaliação DB7 Energia, e preenchê-la enviando para mim por e-mail.

      Responderei com comentários e proposta terapêutica, bem como expectativas de resultados para seu caso específico.
      Fico aguardando, e se tiver alguma dúvida adicional, pode contatar-me ao celular: 011-95366-5535.
      Abraço fraterno.

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  2. Posted by Glauber on 12 de Novembro de 2016 at 1:37

    Enviei email porém voltou…

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  3. Posted by Rosana bicudo on 26 de Setembro de 2016 at 17:13

    Por favor, sou de Campinas, onde posso fazer? Obrigada

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    • Olá Rosana. Atendo apenas em São Paulo por enquanto.
      Se possuir sangue com fator RH positivo, vc pode baixar a planilha-questionário encontrada AQUI e enviar-me por e-mail.
      Analiso seu caso e programo a terapia completa, dando-lhe também o que podemos esperar de melhoras para uma única sessão.
      Estou à disposição.
      Abraço.

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  4. Posted by Homero on 20 de Julho de 2016 at 13:01

    Estou interessado…

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    • Olá Homero.
      Atendo em São Paulo/SP. Endereço na caixa lateral do blog.
      Se você tiver sangue com fator RH positivo e desejar mais informações, preencha a planilha encontrada nesse link AQUI enviando-a para o e-mail atendimento@terapiadb7energia.com . Recebendo-a faço o planejamento de sua terapia e retorno com parecer e investimento para a questão do zumbido e total dos sintomas, caso necessidade de mais horas clínicas para ajustar outras necessidades.
      Abraço.

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  5. Posted by Sidney Cancissu on 14 de Julho de 2016 at 17:39

    tenho sofrido deste mal. tenho interesse no tratamento.

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  6. Posted by Erlines on 14 de Julho de 2016 at 0:03

    Tenho zumbido a mais de quinze anos, sou A positivo e me interessei pelo artigo.

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  7. Posted by PATRICIA on 13 de Julho de 2016 at 23:53

    Prezado,
    tenho zumbido há mais de 20 anos. Também me interessei pelo hcg natural. No entanto estou no estado de Alagoas. Tem como me ajudar?
    Grata.

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  8. Posted by raimundo on 13 de Julho de 2016 at 16:26

    ENCAIXO DIREITINHO NESSES EXAMES. E COMO QUE É ESSE TRATAMENTO?

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    • Olá Raimundo, boa tarde.
      Acima você encontra algumas explicações, e nesse outro artigo AQUI mais detalhes.
      Preencha a planilha de autoavaliação referida na caixa lateral aqui do blog chamada “Planejamento Terapêutico gratuito”e envie para mim. Retorno com maiores explicações.
      Ou pode me ligar no celular 11-95366-5535, que lhe explico melhor.
      Abraço.

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  9. Posted by ivo on 7 de Julho de 2016 at 22:47

    onde faz esse tratamento? jurinvest@ig.com.br

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  10. Posted by sadivh on 4 de Julho de 2016 at 10:54

    Daniel.

    Bom Dia

    Eu tenho esse zumbido há mais de 20 anos.

    Nunca encontrei tratamento e desisti.

    Mas não entro em depressão, mas incomoda esse barulho tinindo em meus ouvidos

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    • Olá. Desculpe por não ter sido claro. Depressão é decorrente da intensidade do zumbido. Forte/alto, vai ter, não tem jeito. Médio/baixo normalmente acostuma e toca a vida.
      Caso seja RH positivo, não diagnosticado por exame de imagem com degeneração em tecido nervoso do sistema auditivo, posso ajudar e muito.
      Se tem a degeneração e é RH positivo, posso ajudar no equilibrar sintomas emocionais para lidar melhor com o zumbido.
      Abraço.

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  11. Posted by morquim@terra.com.br on 3 de Julho de 2016 at 19:16

    Boa Noite. O meu sangue é A negativo. Pelo seu comentário não tenho o que fazer. O tratamento não funciona com quem tem sangue fator RH negativo?

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    • Boa noite Morquim.
      Não, não funciona para quem tem fator RH negativo. Lamento, sinceramente.
      A proteína “Fator RH” encontrada no sangue determina se a pessoa consegue “segurar” a polarização para próximo ao neutro susceptível magnético.
      Quem não a tem, não consegue fixar essa condição magnética nos seus campos e então a terapia não traz resultados permanentes.
      A susceptibilidade é algo muito pouco explorado pela ciência em nossos dias, e conheço apenas dois cientistas no mundo que tem pesquisas nessa área. Um aqui no Brasil, já comentado em meu artigo Energia e Saúde, Doutor Luiz Meneses, e outro no Japão com sua pesquisa para aplicação terapêutica que se aproxima dos descobertos do doutor Luiz pelo efeito das pastilhas criadas (ver tecnologia aplicada em colchão AQUI).
      Creio que um dia essas pesquisas alcançarão respostas também para os que não tem a proteína RH em seu sangue, mas infelizmente ainda não sei como ajudar. Perdão.

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