VITAMINA D: O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA TOMAR UMA ATITUDE SOBRE ELA SOZINHO(A) (resumo)


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(RESUMO)

Este texto é um resumo do encontrado AQUI.

Caso o leitor ou leitora ainda tenha dúvida sobre decidir complementar vitamina D após a leitura deste, é importante considerar ler o texto principal em busca de mais informações até que esteja totalmente convencido(a)..

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VITAMINA D: DO QUE SE TRATA?

O que conhecemos como vitamina D não se trata exatamente de uma vitamina. Os estudiosos que estudam esta substância preferem chamá-la de “pré” ou “pró” hormônio, uma substância que vai reagir dentro do organismo com outras substâncias e no meio do caminho vai desempenhando inúmeras funções.

É complicado entendermos como se dão as coisas dentro do nosso corpo. Entra algo, reage e vira outra coisa interferindo no funcionamento de algo, para então passar por outra situação e se transforma em outra coisa de novo. Daí continua fazendo algo, se transforma de novo, e vai saber onde vai parar.

É uma loucura ficar ocupado em saber exatamente o que cada substância é exatamente e no que vai se transformando e interagindo e interferindo e tal… isso é algo para pesquisadores e pessoas que estão de fato envolvidos no descobrir detalhes se ocuparem, algo que nós aqui não estamos preparados para entender direito… certo?

Então vamos mais devagar e tentar resumir as coisas dentro de um mínimo aceitável e suficiente, até para não ficarmos “boiando” caso algum médico tente se desvencilhar da sua obrigação de saber mais sobre estas coisas do que nós, e ficar “escorregando” no seu consultório para questionamentos sobre o que veremos mais a frente, que entendo como sendo determinante para nossa saúde.

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VITAMINA D = “FOTOSSÍNTESE” HUMANA –> FISIOLOGIA

Vamos ver um diagrama com o resumo da fisiologia da vitamina D, publicado pela Universidade Federal de Medicina do Rio grande do Sul (ver AQUI):

 

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O QUE A VITAMINA D FAZ NO NOSSO CORPO?

boneco com dúvidaSe a 25-hidroxivitamina D que circula no sangue vir a ser “ativada” pelo rim, então teremos os sinalizadores celulares dos sistemas endócrinos (sinalizadores para o corpo todo), autócrino (sinalizadores de tipo de células – exemplo: sistema imunológico) e sinalizadores do sistema parácrina (sinalizadores de células nas redondezas – ex neurotransmissores) que em conjunto com o cálcio irão ser transportados à todo o corpo para que as células possam se verem situadas dentro das suas situações de contexto (comunicação celular), para que se equilibrem pela ação da programação genética contida no DNA de cada célula.

Sem esses “sinalizadores”, as células podem perder sua referência e em um exemplo extremo do que pode acontecer, vemos o surgimento de tumores, que nada mais são do que a programação genética celular sem controle, sem “referência” do que está acontecendo atuando e desorientadamente multiplicando desordenadamente células, fazendo surgir o que chamamos de câncer.

O metabolismo do cálcio está relacionado com o sistema endócrino e que por sua vez “liga” ou “desliga” de acordo com a disponibilidade de 1,25(OH)2D no sangue, sendo  esta substância responsável também pela absorção do cálcio no intestino.

O sistema linfático (glândulas linfáticas e vasos linfáticos) são utilizados pelo sistema imunológico para levar os agentes combatentes até os locais onde se encontram os intrusos que nos fazem mal (sejam agentes externos ou criados internamente), sendo a vitamina D também reguladora desta interação entre sistemas.

Vitamina D 3 só por estas coisas já seria algo tremendamente importante para nós. Mas não para aí não… ela numa boa parte dos tecidos do corpo vai ser transformada num hormônio esteroide potente do tipo “secosteróide”. O nome dele é calcitriol.

Hormônio esteroide serve para ativar funções no núcleo das células, portanto calcitriol age nos genes, no DNA.

O DNA é responsável também por sínteses proteicas. A vitamina D está associada com ativação de determinados sistemas proteicos. Hoje é sabido que existem 229 funções nas células do nosso corpo e principalmente do sistema imunológico, em que a vitamina D age e  determina ações diferentes e determinantes para nosso correto funcionamento.

Proteínas são um conjunto de aminoácidos unificados por ligações chamadas “peptídicas”, e são a parte maior e mais pesada no núcleo das células. É mais ou menos assim… energia vira aminoácidos, que se juntam e viram proteínas, que formam boa parte das moléculas mais “pesadas” das nossas células.

O calcitriol ativa genes (códigos que determinam o que fazer) que instruem por sua vez a formulação de centenas de reações químicas que dão origem à diversas proteínas. Vitamina D funciona como uma espécie de chave “liga-desliga”.

O calcitriol “liga” no DNA a fabricação de proteínas responsáveis pelo crescimento e morte celular programada (apoptose – daqui sua co-relação direta com o câncer), “liga” a fabricação de proteínas mediadoras que regulam o sistema imunológico, e “liga” a produção de proteínas que funcionam como neurotransmissores (por exemplo, a serotonina) que influenciam nosso estado mental (funcionamento do sistema nervoso e cerebral).

No sistema imunológico a Vitamina D age em sistemas de orientação do que deve ou não ser “atacado”, funcionando como parte do sistema de “radar”  para identificação de quais são os verdadeiros inimigos. Sem essas proteínas “ligadas” por ação da vitamina D, o corpo ataca partes sadias de si próprio, gerando o que conhecemos por doenças anto-imunes.

Resumindo:

Vitamina D é responsável pela metabolização do cálcio no corpo, pela coordenação entre o sistema linfático e o sistema imunológico, bem como a sintetização das proteínas reguladoras do sistema imunológico, do sistema de controle de vida celular e do sistema de funcionamento da nossa mente (nosso verdadeiro e único patrimônio).

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FONTES DE VITAMINA D

São três as fontes de “vitamina D”:

sol_vitm_D1) O Sol: Existem três tipos de raios ultravioletas (UV)… UVA, UVB e UVC, diferentes pelo tamanho da onda. As mais curtas, UVCs, é que queimam a pele e fazem mal. UVA é menos energética e responsável por bronzeamento de pele e fotossíntese de plantas.

A UVB é a que interessa para a síntese de colecalciferol na pele, por esse “energia” transformar a molécula de colesterol. Também UVB  faz queimar a pele e energiza a síntese de melanina, que vai resultar em melanócitos, hormônio responsável por queima de energia e consequente perda de peso (tomar Sol emagrece).

Pessoas de pele escura precisam de muito mais Sol do que as de pele clara… a regra é a seguinte: se a pele “queimar” com vermelhidão, é porque ela sintetizou bastante colecalciferol. Pele de pessoas “morenas” (descendentes de afro-americanos) dificultam a entrada dos raios UVB e torna a exposição necessária ao Sol ser bem maior do que aqueles que ficam com sua pele “vermelha” pela exposição.

Resumindo, raios de sol de frequência ultravioleta tipo “B” incidem no colesterol da pele transformando-o em colecalciferol ou vitamina D3, e mais quantidade é gerada quanto maior o “suor” na pele, que é uma substância oleosa rica em colesterol.

Depois o colecalciferol vai para o fígado e lá é transformado em calcidiol, voltando para o sangue e indo até os rins e também até os  tecidos adiposos. Então, em contato com esses tecidos orgânicos é transformada em calcitriol, o hormônio esteroide, ou numa outra forma ativada de vitamina D chamada de 1,25 di-hidroxi vitamina D3 e vai participar de “liga-desliga” nas células de todo o corpo, cuidando da metabolização de cálcio, dentre outras coisas.

2) Os alimentos: quase nada de vitamina D. Apenas peixes, em especial sardinha, bacalhau, salmão e alguns cogumelos tem concentrações relevantes, mas vem junto o risco de estarem contaminados por mercúrio. Melhor desconsiderar montar dieta em cima desses tipos de alimentos diariamente.

3) Complementos naturais sintetizados: colecalciferol é o que chamamos de vitamina D3. Vários laboratórios o produzem, mas os laboratórios italianos tem melhor aceitação pelos que conhecem o mercado. Grandes marcas de complementos alimentares também dispõe de colecalciferol (vitamina D3) como complemento, o tipo mais recomendado e utilizado.

A qualidade é o principal fator e o cuidado com a procedência deve ser redobrado.

Farmácias de manipulação precisam ser escolhidas a dedo, caso vir por uma delas a opção de complementação. Existe meio mais seguro de compra junto a grandes fabricantes de produtos naturais, onde os maiores estão nos EUA e sob controle da vigilância sanitária deles, o FDA (U.S. Foods & Drogs Administration). O texto sobre como complementar a vitamina D explica melhor isto (ver AQUI).

Nos EUA a coisa é tida como bem mais séria, pois se algo acontecer com algum produto que venha a ser comprovado que é inócuo ou nocivo à saúde, podem ter certeza de que a empresa “quebra” de vez dado o sistema judiciário que faz acontecer  indenizações milionárias por qualquer coisinha. Por isso comprar suplementos alimentar nos EUA é a opção mais segura, e como veremos, a mais barata também.

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DEFICIÊNCIA GENERALIZADA DE VITAMINA D: POR QUÊ?

Pudemos observar acima que nossa vitamina D tem no Sol o seu agente natural mais importante. Praticamente toda vitamina D que nosso corpo sintetiza naturalmente ocorre pela incidência da radiação solar em nossa pele, vindo muito pouco dos alimentos que ingerimos.

O pré-hormônio chamado de vitamina D na forma inativa, o colecalciferol, não pode ser armazenado em nosso corpo de forma a podermos contar com ele por longo período de tempo sem virmos a receber mais raios UVB na pele para sintetizá-lo, ou ingerirmos em alimentos ou complementação. Temos de cuidar de repor a todo momento esta substância no nosso corpo.

homem_andando_cavaloO homem até dois séculos atrás vivia no campo, plantava e colhia o que comia e andava a pé ou no lombo de animais, sempre exposto ao Sol. A um século atrás começou a viver mais em cidades abrigado do Sol e a andar de automóvel também abrigado do Sol.

Nas últimas décadas se enfiou de vez dentro de casa, anda de carro, ônibus ou trem e trabalha enfurnado em escritório ou ambiente fechado. Pouco anda a pé, e quando o faz o faz com roupas, e ainda pior, com protetores solar que impede que raios UVB acessem o colesterol da pele. Absolutamente nada pior poderíamos experimentar nesse modo de vida moderno.

Uma verdadeira pandemia se verifica hoje em todo o planeta com relação a deficiência de Vitamina D nas pessoas. Fugimos do Sol durante o nosso dia, seja trabalhando, seja estudando, seja fazendo o que estamos fazendo agora, navegando na internet, ou outra atividade “normal” para o padrão atual.

Estima-se que 80% da população do planeta seja deficitária nesse pré-hormônio, subindo para 90% quando falamos de países desenvolvidos e populações de áreas urbanas das cidades ACIMA DA LATITUDE 40º.

E como não bastasse o próprio estilo de vida moderno a que somos submetidos, ainda a própria academia instrui seus médicos com  informações erradas sobre os níveis necessários para o correto funcionamento dos sistemas influenciados pela “vitamina D”.

Com isso os poucos que buscam manterem-se saudáveis fazendo uso dos convênios de saúde que pagam caro, são orientados a manterem complementação irrisória perto das suas reais necessidades, continuando assim a mercê das doenças que essa deficiência acarreta.

doente_no_hospitalEnfim, tudo contribui para que você vai padecer mais cedo ou mais tarde, dentro dessa armadilha, das principais doenças que vem assolando a humanidade nestas últimas décadas, e vai assolar mesmo você e COM CERTEZA, caso não se conscientize disto e faça alguma coisa a respeito.

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QUAIS AS DOENÇAS CORRELACIONADAS COM A VITAMINA D?

homem_em_desiquilibrio-doenteA dinâmica sobre essa questão é grande. Inicialmente tinha-se que a vitamina D agia apenas na fixação do cálcio em ossos e dentes, sendo sua insuficiência ou deficiência causadora de osteoporoses e correlatas. Hoje temos praticamente todo tipo de doença sendo correlacionado de alguma forma com vitamina D. É realmente impressionante o que podemos listar de doenças já correlacionadas com essa vitamina.

E lendo e lendo sobre ela, bem como outras vitaminas e minerais, acabei por entender que a medicina caminha  de forma não muito inteligente no documentar suas descobertas. As pesquisas que vemos sendo publicadas em todo o mundo sempre consideram isoladamente o objeto de estudo, considerando seu uso em grupos, divididos nos que recebem o princípio ativo e os que recebem placebo, e então fazendo suas “medições”.

Mas fica claro a todos os que estão envolvidos com estas pesquisas que não se pode considerar isoladamente um princípio ativo de outro…. ou seja, vitamina D sozinha sendo analisada é uma coisa, e acompanhada de outros minerais ou vitaminas é outra bem diferente. Como exemplo temos uma pesquisa recente sobre o emprego do cálcio e da vitamina D em conjunto.

Num estudo publicado em 2007 sobre complementação de vitamina D3 + cálcio feito pela Universidade de Creighton, nos EUA,  foram monitoradas 1179 mulheres saudáveis na fase de pós menopausa, durante 4 anos consecutivos.

Foram divididas em dois grupos, um com placebo de vitamina D3 apenas, e monitorado a incidência de cânceres. O resultado foi que o grupo que tomava vitamina D teve 60% menos câncer que o grupo que tomava placebo. Como haviam casos de cânceres existentes e não diagnosticados no grupo, verificou-se apenas os últimos três anos da pesquisa e o percentual subiu para 77% de redução de cânceres no grupo que tomava vitamina D+cálcio.

Uma outra pesquisa feita pelo Hospital de San Diego, também nos EUA, dirigido pelo dr. Cedric Garland (ver estudo AQUI , e mais a frente retornaremos nele), traz como conclusão a redução de 50% de chances das mulheres do grupo que complementava apenas vitamina D terem câncer de mama,dessa feita mulheres em fase pré-menopausa (1.200 mulheres no total), e ainda sendo ministrando ao grupo que recebeu a complementação quase quatro vezes mais vitamina D do que o estudo anterior (acima), só que sem cálcio algum sendo ministrado junto. Houve uma queda enorme da proteção da vitamina D quando ministrada sem o cálcio.

Devemos também considerar que o hospital que fez essa pesquisa é um tanto “suspeito” por receber muita verba de laboratórios farmacêuticcos para fazer pesquisas, mas não muda o fato de que sem monitorar e complementar também o cálcio, cai o nível de proteção na complementação da vitamina D. Como conclusão destes dois estudos, temos que o cálcio é importante também ser complementado por todos nós, independente se estamos com nossos níveis normais ou não pelo que os exames solicitados pelos nossos médicos indicam.

Então analisamos um outro estudo, que traz o seguinte parágrafo a respeito do cálcio e a vitamina D….

Cálcio (Ca) é um importante regulador de diversas funções corporais, tais como a contração do músculo, a função do sistema nervoso, e a coagulação do sangue. Devido à sua importância vital, a concentração de Ca no fluido intracelular e extracelular é bem regulado. O tecido ósseo serve como um reservatório e como uma fonte de Ca para estas necessidades metabólicas criticas por meio do processo de remodelação óssea. Os reguladores mais importantes para o metabolismo de Ca em humanos são o hormona paratiróide (PTH), e 1,25-di-hidroxivitamina D (1,25 – (OH) 2 D).”

Um pouco mais a frente nesse mesmo estudo encontramos este parágrafo sobre a saúde óssea na infância…

“De um ponto de vista fisiológico, o Ca é essencial para o esqueleto. Outros factores, tais como a vitamina D, pode ser crucial para a avaliação do papel da ingestão do Ca. A ingestão adequada de vitamina D pode ser um fator crucial quando se avalia o papel da ingestão do Ca.”

Ou seja, se você não tem vitamina D suficiente, você não absorve e metaboliza adequadamente o cálcio, e de nada vale então ingerir cálcio se não ingerir também vitamina D se estiver deficiente dela.

Novamente vemos eles fazerem referências a vitamina D e a importância dela na regulação do cálcio… certo?

É, mas não trazem informações sobre a quantidade para que fique claro quanto devemos tomar de um e de outro para termos maximizado o benefício de alguma suplementação… leiam o estudo médico se desejarem AQUI.

Analisar os efeitos de vários minerais no corpo humano sem analisar com todo critério sua ação conjunta com a vitamina D dá ao estudo uma falta de resposta prática, ou não conclusão satisfatória como vemos no artigo do link anterior…. nada se pode concluir direito.

Assim como o cálcio (viram a quantidade de artigos utilizados como bibliografias consultadas para a elaboração do estudo encontrado no link acima, e como os artigos sobre o cálcio trazem a correlação efetiva entre o cálcio e a vitamina D ?) vamos encontrar diversos outros minerais, como o potássio, o boro, o selênio, o magnésio, o sódio e portanto, TODO O FUNCIONAMENTO DO CORPO HUMANO ESTÁ DE ALGUMA FORMA VINCULADO A DISPONIBILIDADE DE VITAMINA D NELE.

Mas mesmo que de forma isolada, hoje existem centenas de estudos disponíveis demonstrando as implicações da deficiência de vitamina D no corpo. A lista é gigante… doenças músculo-esqueléticas (fraqueza muscular, quedas, fraturas), doenças infecciosas, doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2, disfunções neuro-cognitivas, doenças mentais e outras doenças, bem como a infertilidade e resultados adversos da gravidez e do parto, aids, Alzheimer, anemia, autismo, câncer, deficiências do cérebro, depressão, diabetes, esclerose múltipla, esquizofrenia, infertilidade,  fraturas, fígado, gripe, hepatite, HIV, infecções,  inflamações, problemas com insulina, John Cannell, problemas musculares, obesidade, pneumonias, doenças do sono, tuberculose, e as doenças auto imunes todas.

Se você tem alguma doença, seja ela qual for, deve necessariamente considerar que de alguma forma, em algum momento, o que pode ser uma deficiência do seu corpo em vitamina D contribuiu para o surgimento dela e pode estar contribuindo até hoje, escravizando você aos remédios que possa estar tomando sem precisar.

É definitivamente impressionante o papel dessa “vitamina” e devemos considerar que muitas coisas ainda não estão claras, podendo ser mais abrangente a eficácia da suplementação dela conjuntamente a outros minerais, mais a frente nesse texto abordados, bem como conjuntamente ao uso de algumas terapias que veremos em outros artigos.

Investigando a quantidade absurda de informações que temos sobre esse tema, e diante de uma dinâmica incrível em mais e mais informações chegando dia a dia com novas descobertas e estudos, ficamos sem ter como acompanhar tudo em detalhes, mas percebemos que as doses recomendadas para manutenção da saúde de determinadas vitaminas e minerais tem subido bastante, sendo a que melhor ilustra essa tendência de “subida” é a vitamina D.

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COMO SABER SE ESTÁ FALTANDO?

Existem dois exames que indicam a quantidade de vitamina D no sangue. Um é o 1,25(OH)2D, ou 1,25 di-hidroxi-vitamina D, que mede a concentração da substância metabolizada pelo fígado. Este não é o exame que se utiliza para estabelecer deficiência ou não de vitamina D no seu corpo.

Exame de sangue: precisa fazer

Exame de sangue: precisa fazer

O outro exame é o que mede o colecalciferol no sangue. Este sim nos interessa, e é por ele que hoje mundialmente se mede se  precisamos dessa “vitamina”, verificando-se a necessidade de complementação ou não.

Esse exame se chama 25 hidroxi-vitamina D3, ou 25(OH)D3, ou 25(OH)D.

É comum e encontrado em qualquer laboratório de análises clínicas, onde recomendo ser feito este exame, caso você tenha qualquer dúvida sobre ser deficiente deste pré-hormônio.

Como visto acima, sabe-se que a grande maioria da população do planeta é deficiente dessa “vitamina” e um passo muito importante é sabermos definitivamente disso caso tenhamos alguma dúvida de que estejamos deficientes, visando adotar uma postura séria e firme sobre vir a tomar mais Sol e complementar o que necessitamos.

Feito o exame, surge o mais polêmico dos assuntos que envolve essa vitamina…. a quantidade mínima considerada como satisfatória adotada pela “academia” (universidades e conselhos de medicina) e portanto pelos médicos presos ao protocolo estipulado por ela, está provada ser IRRISÓRIA pelo que as pesquisas mais recentes na área vem demonstrando.

Como se faz normalmente, o médico que faz o pedido de exame é o que analisa o resultado e toma decisões em cima do que “aprendeu” sobre o tema… ele vai primeiro “medir” se você está ou não “deficiente” dela por parâmetros totalmente desatualizados daquilo que se sabe hoje em comparação ao que se sabia quando foi estabelecido o que ele aprendeu na universidade.

Isto quer dizer que se você está “deficiente” pelos padrões da medicina acadêmica que é a adotada pela maioria esmagadora dos médicos, você ainda por cima vai ter uma complementação inadequada para suprir suas necessidades. Percebem o absurdo a que estão submetidas as pessoas praticamente no mundo todo (que funciona da mesma maneira que aqui) sobre essa questão?

Deixa eu fazer um super-resumo até aqui do que vimos…. vitamina D faz parte praticamente de todas as funções do corpo humano no “ligar” ou “desligar” metabolizações de substâncias vitais para nossa saúde, e se não termos devidamente satisfeitas nossas necessidades dessa “vitamina”, nosso corpo adoece de alguma forma, se debilitando em vários pontos com o passar do tempo, dando origens às principais doenças que a humanidade hoje experimenta, e que os médicos não estão medindo corretamente a quantidade desta vitamina que precisamos, e estão deixando todos com muito menos desses pré-hormônios em seus corpos, expondo todos às doenças que chegam e chegam mesmo com o passar dos anos.

Aí você pode dizer… “ô Daniel, que é isso?…. os médicos não são maus assim e estão querendo ajudar e tal…. se fosse assim eles já teriam adotado postura diferente frente a essa vitamina…. você está exagerando e a coisa não é bem assim não…”

Então tá…. você vai mais a frente conhecer o Dr. Cícero Coimbra, brasileiro e chefe de cadeira de ensino no curso de medicina da USP de São Paulo falando exatamente que é assim mesmo. Considere apenas que hoje em todo o mundo a quase totalidade das pesquisas médicas são feitas com dinheiro dos fabricantes de remédio. E então se pergunte se estes fabricantes iriam ficar olhando para uma informação desta que estamos aqui discutindo ir a público e ainda por cima respaldada por pesquisa custeada por eles… claro que isso jamais aconteceria.

Fabricante de remédio vive do quê?

De doenças caríssimos, de doenças!!

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ESTUDANDO O QUANTO PRECISAMOS DE VITAMINA D

Fazendo contas

Fazendo contas

Esse é o ponto mais polêmico. Vários estudos vão surgindo ano a ano, e cada vez mais vão concluindo que a necessidade diária é maior do que se pensava anteriormente.

E tudo indica que tem uma coisa muito grave acontecendo…. a academia, ou seja, as Universidades e Conselhos Regionais (aqui no Brasil e no mundo) não mudaram os protocolos antigos de prescrição de vitamina D.

Continuam estabelecendo na maioria esmagadora dos consultórios por aí que 400 UIs por dia como sendo o que se deve prescrever para repor quando a concentração de 25(OH)D3 medida for inferior à 30 ng/ml  (vamos ver logo a frente o que significam estes números e unidades).

Isso é o que acontece em 99% dos consultórios médicos, e isso eu tenho como o mais absurdo dos absurdos depois das câmaras de gás do Hitler, pois vamos ter uma noção do que morre de gente todo ano por inúmeras doenças que deveriam estar sendo evitadas no simples complementar essa vitamina tema do nosso texto.

Na escala que mede o 25(OH)D3 (25 hiroxi D3), temos a unidade mais conhecida, o “ng/ML”, ou “nanograma por mililitro”, que traz a concentração do colecalciferol (vitamina D3) no sangue antes de ser metabolizado pelo fígado.

O mais recente registro médico que encontrei trazendo informações sobre níveis séricos de vitamina D (escala de medição para análise) foi o estabelecido pela Universidade do Rio Grande do Sul, que creio ser regra geral. A seguinte figura traz os valores para o que os médicos consideram como insuficiência ou deficiência de vitamina D:

deficiência_vitamina_d_tabela

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Importante frisar que esses parâmetros são observações para tratamento de osteoporoses e tratos referentes à fixação e metabolismo do cálcio apenas, algo que vem desde 1930, pelas observações feitas para o que o pós guerra trouxe de problemas com o raquitismo.

Esse padrão é até hoje considerado válido nos consultórios médicos em todo o Brasil, salvo raras exceções, mesmo que hoje as coisas estejam no mundo bem diferentes lá fora, até pela pressão que pesquisas isoladas começam a fazer sobre a academia e outros órgãos internacionais desde o ano de 2.000…. a faixa de normalidade passou de acima de 20 ng/ml para acima de 30 ng/ml, ou 75 nmol/L, mas ainda está muito baixa.

O grande problema é que as mais recentes pesquisas apontam para um nível acima de 150 nmol/L, ou 60 ng/ml, sendo até mesmo 200 nmol/L ou 80 ng/ml como sendo o nível aceito como fora da área de insuficiência e dentro da área preventiva para câncer e doenças auto-imunes, como veremos no primeiro estudo visto abaixo.

Hoje médicos sérios que estão monitorando as co-relações entre doenças e a vitamina D publicam regularmente artigos médicos  sobre esse tema e vem modificando de forma acelerada conclusões que apontam para quanto maior a administração diária de vitamina D, menor a chance de se desenvolver todos os tipos de doenças…. uma verdadeira revolução no campo da medicina podemos encontrar em curso com os resultados destas pesquisas.

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OS NOVOS PATAMARES PARA OS LIMITES DE INSUFICIÊNCIA E TOXIDADE DEFINEM A COMPLEMENTAÇÃO

Os médicos:

  1. John N Hathcock,
  2. Andrew Shao,
  3. Reinhold Vieth, and
  4. Robert Heaney

… filiados à Council for Responsible Nutrition, Washington, DC (JNH and AS); Mount Sinai Hospital, Toronto, Canada (RV); and Creighton University, Omaha, Nebraska (RH), publicaram um estudo em 2007 com o seguinte título: “Avaliação de Risco para a Vitamina D”, que pode ser encontrado AQUI.

Esse estudo basicamente é um resumo de todos os estudos relevantes publicados até esse ano de 2007 sobre vitamina D, que traziam dados para análise de toxidade e nível de complementação.

Um importante trabalho que deixou claro que o que se pensa ser verdade sobre os limites de ingestão segura para esse nutriente está muito errado e traz mesmo um perigo para a saúde da população quando estabelece número baixo para o o que seja “insuficiência” dessa vitamina no corpo.

A pesquisa buscou avaliar o risco de ingestão de complemento de vitamina D, sugerindo o que chamam de “nível de ingestão tolerável” ou “UL” segundo a metodologia de uma instituição americana chamada de Food and Nutrition Board (FNB).

Mencionam que novos dados surgem continuamente trazendo aplicações para a vitamina D além da conhecida atuação no sistema ósseo, e que os novos dados que surgem apontam para a NECESSIDADE DE UMA COMPLEMENTAÇÃO e de fortificação dos alimentos (leite principalmente).

Com a internet as informações passam a ser de acesso da população que vendo a grande maioria dos médicos não demonstrando estarem atualizados com as novas descobertas, se auto-prescrevem doses acima do que até então se tem como satisfatórias, levantando a preocupação quanto ao potencial de toxidade que a ingestão de altas doses podem provocar no corpo humano.

Podemos ler no estudo:

“A UL estabelecido pela FNB para a vitamina D (50 mg ou 2.000 UI/dia) não é baseada em evidências atuais e é visto por muitos como sendo demasiado restritiva, reduzindo, assim, a pesquisa, o desenvolvimento comercial e otimização da política nutricional.

Dados de ensaios clínicos em seres humanos publicados após a criação da FNB  apoiam uma “UL” para a vitamina D significativamente maior do que a publicada em 1997. Apresenta-se nesse estudo uma avaliação de risco com base em ensaios clínicos relevantes, bem concebidos sobre a vitamina D.

Colectivamente, a ausência de toxicidade em ensaios realizados em adultos saudáveis ​​que utilizavam doses de vitamina D ≥ 250 ug / d (10.000 UI de vitamina D 3/dia ) suporta a seleção confiante deste valor como sendo a UL real.”

Considere que “UL” significa nível de ingestão tolerável, e é o mais alto nível de ingestão diária de nutrientes que não representa  risco de efeitos adversos à saúde para quase todos os indivíduos da população em geral.

Essa é a conclusão do estudo: 10.000 UIs diários é totalmente seguro e deve ser adotado como o novo limite tolerável de ingestão para essa vitamina.

Mas ao lermos com mais atenção a pesquisa do link vamos perceber que essa recomendação para os 10.000 UIs dever ser considerada como sendo o novo “UL”, na verdade deve ser considerado como o novo “RDA” (ver AQUI o que significa essa sigla).

Isto porque a distância existente entre os níveis de toxidade e esses 10.000 UIs é muito grande, além de que alto índice de vitamina D tem sido comprovado que reduz de forma significativa o risco de desenvolvimento de doenças graves como o câncer, diabetes e doenças auto-imunes.

Já em 2007 sabia-se sobre a redução do risco de desenvolver câncer com a administração de vitamina D:

“A maior ingestão oral diária crônica (“UL”) de vitamina D que não representa um risco de efeitos adversos para a maioria dos adultos saudáveis ​​não foi elucidado (até 2007).

Novos resultados de pesquisas clínicas nos últimos 10 anos indicam que a ingestão adequada de vitamina D pode proporcionar maiores benefícios para a saúde do que se pensava, benefícios que incluem não só a melhora da saúde dos ossos, mas outros efeitos também. Acumulando dados epidemiológicos e experimentais de intervenção clínica, estas sugerem que o aumento do nível de vitamina D  reduz o risco de câncer , especialmente a relacionada com adenomas colorretais

 

Caro/cara leitora, não se justifica de forma alguma qualquer preocupação com intoxicação por ingestão de complemento de vitamina D nos níveis que os médicos do bem nos revelam, com 10.000 UIs até 40.000 UIs diariamente, ou em casos especialíssimos, até 500.000 UIs por um número de dias que um especialista prescreva para atacar alguma doença específica.

Outra conclusão importante deste grupo de estudo é sobre o não registro de influência da vitamina D sendo complementada junto com o cálcio, e também uma análise sobre aumento de risco de cálculos renais. Isto também é bem interessante e afasta muitas preocupações de médicos que insistem em “achar” que isso e aquilo.

Sobre o uso da complementação da vitamina D3 e do cálcio vale destacar esta importante afirmação do grupo de estudo:

“Kimball et ai demonstraram recentemente que a combinação de até 1000 mg (40.000 UI) de vitamina D 3 , com 1200 mg de cálcio / dia não resultou em qualquer aumento significativo nos níveis séricos de cálcio urinário em um grupo de pacientes com esclerose múltipla.”

Veja se desejar o estudo AQUI

Analisando-o, o que entendi é que não houve regressão efetiva da doença nos pacientes, mas também compreendi que não foi monitorado o magnésio (determinante para o uso da vitamina D), do boro, do selênio, potássio, iodo e outros minerais. Tem de ser um conjunto de ações para buscar real eficiência em terapias no uso de complementação alimentar com vitamina D.

Eu tiro deste estudo sobre esclerose múltipla que foram 12 pacientes doentes que receberam até 40.000 UIs por dia, durante várias semanas, junto a 1,2 g de cálcio, elevando seus níveis séricos à até 386 +- 157 nmol/L , ou seja, esteve alguém com 543 nmol/L ou com 217,2 ng/ml e não aconteceu absolutamente nada com relação a aumento sequer de cálcio na urina, quanto mais outro sintoma de intoxicação.

Também por isso o grupo de estudo tenha feito a seguinte declaração:

“… , uma constatação consistente com os dados humanos sugerem que o soro de 25 (OH) D com concentrações maiores que  600 nmol / l (240 ng/ml) são necessários para induzir hipercalcemia em adultos normais.”

E ainda essa outra afirmação:

“Nenhuma hipercalcemia consistente e reprodutível ou qualquer outro efeito adverso da vitamina D ocorreu em ensaios clínicos bem conduzidos em doses até 1250 mg / dia (50.000 UIs/dia).”

E o grupo conclui:

“A duração limitada, tamanho ou falta de outras características de design apropriados impedem a seleção de entradas de 1250, 450, ou 321 mg de vitamina D / dia como um NOAEL que garante um alto nível de confiança. (não que não possa ser, mas pelos estudos até então feitos não é bom que seja)

As fortes características de projeto e ausência de efeitos adversos em ensaios clínicos de 250 mg (10.000 UIs) de vitamina D / dia e a ausência de efeitos adversos verificadas nesses grupos, bem como as doses mais baixas de outros grupos, justificam a seleção de 250 mg (10 000 UI) de vitamina D / d como o NOAEL para a população geral saudável.”

Com isso, esse importante estudo sobre a vitamina D e o risco de intoxicação por complementação alimentar muda totalmente o paradigma estabelecido no meio médico global.

Isto deve fazer, junto com vários outros estudos que demonstram que terapias na administração de altas doses de vitamina D conciliado a outras complementações de minerais reduzem o risco de desenvolvimento de cânceres, doenças auto-imunes e tantas outras, que o meio médico passe imediatamente a alterar a forma de analisar resultados de exames laboratoriais e consequentemente prescrições de complementação desta “vitamina”.

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COMPREENDENDO MELHOR A RELAÇÃO ENTRE A DOSAGEM DE COMPLEMENTAÇÃO E O VALOR RESULTANTE DOS EXAMES LABORATORIAIS

Vamos agora ver um outro estudo, feito pelos seguintes médicos:

  1. CEDRIC F. GARLAND1,
  2. CHRISTINE B. FRENCH2,
  3. LEO L. BAGGERLY2 and
  4. ROBERT P. HEANEY3

… integrantes das seguintes instituições:

  1. 1University of California, San Diego, 9500 Gilman Drive, La Jolla, CA 92093, U.S.A.
  2.  2GrassrootsHealth, P.O. Box 234208, Encinitas, CA 92023, U.S.A.
  3. 3Creighton University, 2500 California Plaza, Omaha, NE 68178, U.S.A.

Esta pesquisa traz resultados de administração oral de vitamina D3 em 3667 pessoas (idade média de 51 anos) com a finalidade de monitorar os efeitos nas dosagens distribuídas e o que implicava as administrações no aumento da concentração em ng/ml de cada pessoa para o 25(OH)D3.

Vejam o estudo completo AQUI, publicado em 2011.

Esse grupo de estudo, contando com a ajuda de uma associação americana de serviços à comunidade, a “GrassRootsHealth” (GRH), sem fim lucrativos e formada para divulgar os benefícios da vitamina D para a saúde, organizou a pesquisa e obteve a colaboração das pessoas dessa associação para obter as informações necessárias para a montagem e publicação desse “paper”. 

Nesse estudo estes médicos estabeleceram o limite superior da escala de medição da concentração de 25(OH)D3 ser de 200 ng/ml como definindo o parâmetro o qual a partir dele se entra na área de probabilidade de problemas pela concentração de vitamina D3 no sangue, apontando como referência o estudo que vimos anteriormente, que na verdade diz ser de 240 ng/ml este limite… mas vai entender esses médicos de San Diego.

Ora, fica claro ser este estudo uma “resposta” ao grupo de pesquisa anterior, pois sabemos como são melindrosos esse pessoal de pesquisa. Mas observem que o estudo anterior aponta para ser de 240 ng/ml o número sérico que abre a escala de potencialidade de intoxicação, e não os 200 ng/ml que lemos no estudo do pessoal de San Diego. Eu olho essas coisas e fico impressionado… “batem cabeça” ou o quê?

É considerado apenas o controle da vitamina D3 e do cálcio, ou seja, não consideram os índices de magnésio, boro, zinco, potássio e vitaminas A e K, que veremos influenciar também estas questões todas, projetando ser maior ainda o limite superior de 240 ng/ml estabelecido pela pesquisa do pessoal do Canadá, Washington e Omaha/Nebrasca para quem está “ok” com estas substâncias.

Abaixo o resultado da pesquisa do grupo de estudo de San Diego, que concluiu também que complementando vitamina D3 até 40.000 UI por dia não há risco algum de se intoxicar.

Curva de um lote de amostragem a partir da figura acima, considerando as maiores doses diárias. Note-se que o eixo horizontal é logarítmico. Os símbolos em forma de diamante são os meios de controle (n = 48), e os símbolos em forma de  quadrado são casos de intoxicação (n = 21) de vitamina D (Copyright Robert P. Heaney, 2011)

Fig. 3: Curva de um lote de amostragem a partir da figura acima, considerando as maiores doses diárias. Note-se que o eixo horizontal é
logarítmico. Os símbolos em forma de diamante são os meios de controle (n = 48), e os símbolos em forma de quadrado são casos de intoxicação (n = 21) de vitamina D (Copyright Robert P.
Heaney, 2011)

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Essa curva acima é sensacional, pois a utilizei para determinar a minha complementação de vitamina D diária.

A grande questão é estabelecer onde desejo ter meu nível sérico (medição de 25(OH)D3)… e eu tenho convicção, pelo que você verá mais a frente, que quanto maior meu 25(OH)D3 menor o risco de eu ter qualquer tipo de problema com câncer, doenças auto-imunes, diabetes e tudo o que é porcaria que assola todos os idosos e até mesmo adultos normais em todos os países desse mundo.

Por isso esse gráfico era tudo o que as farmacêuticas não queriam. Não queriam uma pesquisa assim mostrando com medições e critérios estatísticos e de controle mundialmente reconhecidos, que trouxesse as informações que acima você pode observar neste maravilhoso gráfico. Ele nos dá uma base muito tranquila para estabelecermos sem risco e por conta própria quanto de vitamina D podemos ingerir diariamente.

Para um bom entendedor, um gráfico basta!

Senhores e senhoras, além dos mais de 20 estudos verificados anteriormente com o pessoal do Canadá e EUA, tem mais esse outro com 3.667 pessoas monitoradas, pessoas que bancaram com dinheiro dos seus próprios bolsos participar da pesquisa e isto para fazer valer a verdade, o que é importante a humanidade conhecer e sem a ajuda de governos e/ou indústrias que estão só interessadas na quantidade de dinheiro envolvida e para onde vai esse dinheiro.

Estas pessoas fazendo parte de uma associação para divulgar essas descobertas, se colocaram sob altas dosagens de vitamina D pelos padrões até então aceitos pela academia, e provaram com sua coragem e sensatez que níveis de vitamina D bem maiores dos que a medicina tradicional pensaser bom, não nos faz mal, nos dando o gráfico acima para enxergarmos isso.

Essas pessoas foram impulsionadas pela sua generosidade e nos ajudaram mesmo, além de ajudarem também os que estão já sofrendo ao se verem com as doenças mais terríveis que nos cercam. Muito legal essa associação!

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VITAMINA D: A CHAVE QUE “DISPARA” O CÂNCER?

A vitamina D pode ser (e tudo está apontando para isso) tão importante que até o próprio câncer seria originado pela deficiência também dela no corpo.

Dr. Cedric Garland

Dr. Cedric Garland

Um artigo do Dr. Cedric Garland da San Diego University da foto ao lado, diz ter descoberto que o câncer indica se desenvolver por deficiência de vitamina D. A ausência dela não propicia a comunicação celular que ocorre por ação do cálcio. Veja esse impressionante artigo  AQUI.

As células precisam se comunicar para que o DNA possa compreender o que está a sua volta e então agir no suprimento e metabolismo celular necessário.

Se falta vitamina D, e outras coisas, as células criam “confusão” dentro de suas funções e perdem a característica de se aglutinarem quando com problemas, criando assim propagações dos “ruídos” que geram os cânceres agressivos.

Este nova forma de enxergar o câncer foi divulgada pelo chefe da área médica da família da Escola de Medicina de San Diego, Dr. Cedric Galard, que chamou esse modelo de DINOMIT.

Ele diz que 2.500 estudos de laboratório geraram mais de 200 artigos (“papers”) sobre a relação entre vitamina D e o câncer, que deram também embasamento a esta teoria.

Ele afirma que a primeira fase do câncer está associado definitivamente à baixos índices de vitamina D e cálcio, e que isso aponta efetivamente para o problema de comunicação entre células ser o meio pelo qual o câncer se forma e propaga, e não pela má formação genética como se pensa.

ISSO É MUITO IMPORTANTE E TEM TUDO HAVER COM O QUE SE ESTÁ DESCOBRINDO SOBRE AUMENTO DE DOSAGEM DE VITAMINA D E REDUÇÃO ESTATÍSTICA DA DOENÇA PARA PESSOAS COM ALTO ÍNDICE DE 25(OH)D.

Por essa pesquisa, o Dr. Cedric Garland do Hospital San Diego/USA tem o meu respeito. Muito interessante, e mostra as dificuldades que deve este médico estar enfrentando lá nessa instituição “patrocinada” pela indústria do câncer…hã!

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SUPER-DOSAGEM CURA CÂNCER?

Livro_jetTem um sujeito americano que escreveu um livro sobre altas dosagens de vitamina D e a cura para o câncer e todas as principais doenças, inclusive com orientações do que grávidas devem fazer para evitar até o autismo. Fiquei muito curioso e se alguém leu o livro e quiser comentar, por favor… acabei por me especializar em decifrar o algorítimo do tradutor do Google em vez de aprender a ler a língua inglesa (rs).

Mas o fato é que tem essa pessoa, o sr. Jeff T. Bowles, que diz ter se curado de um câncer ingerindo de 25.000 a 100.000 UIs por dia de vitamina D. E eu não tenho porque não acreditar nele pelo que venho lendo e observando a minha volta. O livro polêmico e editado apenas na língua inglesa pode ser encontrado AQUI.

Os comentários estão abertos para testemunhos e considerações sobre esse livro, obrigado desde já por participar.

Também existem vários médicos no Brasil e no mundo que administram altas doses de vitamina D para curar principalmente doenças auto-imunes e câncer. Esses protocolos estão cada vez mais sendo desenvolvidos por profissionais sérios que estão observando a sinergia existente entre a vitamina D e outros nutrientes, como o magnésio, o cálcio, o enxofre e outros. Se você tem uma doença séria, deve considerar buscar ajuda de um desses profissionais, sob pena de cair nas mãos das indústriais farmacêuticas e sua quimioterapia ou remédios fortes e mais nocivos do que benéficos.

Se eu tivesse câncer não hesitaria um minuto em comprar o livro mencionado acima. Também não exitaria em iniciar imediatamente algumas outras ações, como administrar-me outras coisas que o blog publicará a seu tempo.

Mas por enquanto o que importa amigos e amigas, está aí…. são 40.000 UIs/dia que eu posso tomar de vitamina D se precisar (e eu sei que é bem mais pelo que vou explicar num outro artigo sobre “catalisadores magnéticos”), e isso está resolvido, e aqui no Saúde&Sabedoria esses 40.000 UIs/dia vão ser considerados uma linha orientativa para convergimos conclusões e ações que possamos todos vir a estabelecer de forma coerente e sem atropelos para tratar qualquer doença séria que possa surgir.

Eu não consigo conceber que tem crianças morrendo de doenças terríveis e cruéis e que poderia ser evitado com o simples tomar umas gotinhas dessa vitamina todo dia.

Antes de definirmos o quanto necessitamos de vitamina D, ainda devemos olhar com mais atenção para vários pontos que creio ser importantes.

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QUANTO MAIS VITAMINA D MENOR O RISCO DE CÂNCER

Como vimos anteriormente, a Universidade de Medicina “Creighton University School of Medicine” publicou um estudo em 2007, feito com 1179 mulheres saudáveis, todas na faixa de idade pós menopausa. Uma matéria sobre este estudo pode ser vista AQUI. O estudo completo pode ser encontrado AQUI.

Nesse estudo podemos constatar que a administração de complementação alimentar de vitamina D e cálcio reduziu em 77% o risco de câncer de mama e útero no grupo de 1179 mulheres monitorados, descartando-se o primeiro ano de monitoramento (ao todo foram 4 anos).

A relevância desta pesquisa podemos concluir ao compararmos o que a deteção rápida deste câncer resulta em redução da mortandade que ele traz… apenas 20%!!

Ou seja, todas as campanhas que vimos nos últimos anos sobre prevenção de câncer de mama, com até a Dilma lançando campanhas pelo sistema de saúde para realização de mamografias pelo SUS para se deter o mais rapidamente essa doença, apenas resolvem o problema de 20% das mulheres que desenvolvem a doença…. isso é praticamente nada se compararmos que o que estamos estudando aqui:

VITAMINA D E CÁLCIO REDUZEM EM 77% DOS CASOS DE CÂNCER, ALGO MUITO MAIS RELEVANTE E IMPORTANTE EM NÚMEROS DO QUE APENAS TRATAMENTO INICIAL DOS JÁ INICIADOS.

Sobre o estudo, o principal detalhe é sobre a dose ministrada ao grupo de controle, com apenas 1.000 UIs diários de vitamina D e 1,5 gramas de cálcio. Imagino aqui se apenas com 1.000 UIs se consegue reduzir em 77% a chance de desenvolver-se o câncer, quanto não seria a redução se virmos a complementar em 10.000 UIs /dia conforme vimos na pesquisa do pessoal do Canadá, Washington e Omaha?

Isto digo porque é consenso nessas pesquisas a relação inversa entre o risco de câncer e a concentração de vitamina D. Ou seja, quanto maior a concentração de vitamina D (na sua forma ativa), menor o risco de câncer.

Veja AQUI uma análise mais detalhada do pessoal de Creighton University dos números do estudo acima. Veja esse trecho abaixo extraído deste artigo médico:

“O presente estudo é, a nosso conhecimento, o primeiro estudo randomizado controlado que envolveu uma intervenção de vitamina D suficiente para levantar o soro de 25 (OH) D /> 80 nmol / L e relataram resultados para o câncer. Nossos resultados de redução do risco de câncer de todos com maior nível de vitamina D são consistentes com um grande e ainda crescente corpo de dados epidemiológicos e observacionais, que mostram que o risco de câncer, que a mortalidade por câncer, ou ambos, são inversamente associados com a exposição solar, com a vitamina D, ou com ambos.

Um gráfico interessante desse estudo é este:

As curvas de sobrevida de Kaplan-Meier (ie, livre do câncer) para os três grupos de tratamento distribuídos aleatoriamente no grupo de mulheres que estavam livres do câncer em um y de intervenção (n = 1.085). Os tamanhos das amostras são 266 para o grupo do placebo, 416 para o grupo apenas de cálcio (Ca-apenas), e 403 para o cálcio e vitamina D grupo (Ca + D). A sobrevivência no final do estudo para o grupo Ca + D é significativamente maior do que para o grupo de placebo, por regressão logística.

As curvas de sobrevida de Kaplan-Meier (ie, livre do câncer) para os três grupos de tratamento distribuídos aleatoriamente no grupo de mulheres que estavam livres do câncer em um y de intervenção (n = 1.085). Os tamanhos das amostras são 266 para o grupo do placebo, 416 para o grupo apenas de cálcio (Ca-apenas), e 403 para o cálcio e vitamina D grupo (Ca + D). A sobrevivência no final do estudo para o grupo Ca + D é significativamente maior do que para o grupo de placebo, por regressão logística.

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Ele deixa bem claro que o grupo que recebeu complementação de cálcio e vitamina D apresentou uma expressiva redução de desenvolvimento de câncer. Porém, não existem estudos que tragam os resultados de quanto se reduz do risco para diferentes dosagens de complementação.

O que presume-se, e até por relatos de algumas pessoas como o Sr. Jeff T. Bowles que escreveu o livro sobre como curar o câncer com vitamina D e o Dr. Cícero Coimbra da Faculdade de Medicina da Usp/SP visto adiante, é que além de reduzirmos à um possível “zero chance” de desenvolver câncer, pode-se até mesmo curar câncer e outras doenças com altas dosagens de vitamina D + outras substâncias, onde algumas veremos mais à frente.

Outro médico defensor feroz desta maneira de interpretar a vitamina D é o já mencionado Dr. Cedric Garland, que deu uma entrevista sobre câncer e vitamina D vista AQUI, onde destaco esse parágrafo dito pelo médico:

“A preponderância de provas a partir das melhores estudos observacionais que o mundo médico tem para oferecer e foram reunidos em mais de 25 anos, levou-nos à conclusão de que é necessária uma ação de saúde pública”, disse Garland. 

“A prevenção primária destes cânceres tem sido amplamente negligenciada, mas agora temos a prova de que a incidência de câncer de cólon, mama e câncer de ovário pode ser reduzido drasticamente, aumentando o consumo de vitamina D pela população.

Caros amigos, está aí a prova da redução do risco de câncer com a complementação da vitamina D (e outros minerais)… junte isso com os 10.000 UIs que são “risco zero” de intoxicação, sabendo que a relação “câncer X vitamina D” é inversa, e imagine se os 77% da pesquisa não podem subir para 97%, por exemplo, ou até mesmo para funcionar como uma espécie de imunidade natural junto com outros minerais para essa doença terrível chamada “câncer”.

Como a vitamina D está associada diretamente ao funcionamento do nosso sistema imunológico, também podemos concluir que o câncer pode talvez ser evitado pela sua ação, algo que veremos ter tudo haver quando tratarmos em outro artigo sobre o bicarbonato de sódio e o enxofre orgânico. Isso vai ser incrível e fará todo sentido o que veremos lá com o que estamos vendo aqui nesse texto.

Não vimos a nova modelagem proposta pelo Dr. Cedric sobre como se desenvolve o câncer? Que não se trata de uma disfunção genética, mas sim de problemas de comunicação entre células vizinhas que acabam por provocar uma confusão nas instruções genéticas?

Lembrem disso quando lerem sobre o bicarbonato, pois vamos ver que esta disfunção de comunicação inter-celular acaba ocorrendo pela ação de micróbios que existem dentro da célula que acabam por criar a maior confusão ao se verem em ambiente ácido e passar a se desenvolver.

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E O SOL, QUANTO PRODUZ DE VITAMINA D NA NOSSA PELE?

Primeiro vamos dar uma olhada para a nossa fonte natural de vitamina D… o Sol. Estudos apontam que 20 minutos na área do equador (latitude zero), sendo uma pessoa de pele clara esta produz cerca de 20.000 UIs se a pessoa estiver exposta vestindo apenas sunga ou biquini, em horário de sombra igual em tamanho da altura da pessoa (ver artigo AQUI).

Então tá… então quer dizer que a pele humana produz no Sol algo perto de 1.000 UIs por minuto de exposição solar para o corpo inteiro exposto…. isso dá o quê?…… uns 600.000 UIs passando o dia no Sol, como acontecia antes de toda essa mudança acontecer na vida do homem…. é isso?

E a academia de medicina diz que necessitamos de 400 UIs por dia de vitamina D? 400 UIs…. acreditam?

Esse pessoal que sabe dessa enorme produção de vitamina D pelo Sol ousa dizer que Deus criaria uma máquina que em apenas 30 segundos essa máquina chamada corpo humano já produziria o necessário de um elemento vital para o seu bom funcionamento, suficiente para durar o dia todo, como se o Criador fizesse o homem para morar e viver numa caverna… está certo essa forma de pensar?

É até óbvio concluir que 400 UIs por dia é um absurdo. Mas guardemos a informação: 1.000 UIs por minuto de exposição no equador e de corpo inteiro. Isso para quem mora em São Paulo e toma Sol apenas nos braços e rosto no verão permite produzir algo perto de 200 UIs/min, e no inverno não deve dar nem 70 UI/min.

Se você tomar Sol uma hora por dia de braços e rosto expostos ao Sol, vai produzir cerca de 12.000 UIs no verão e cerca de 4.000 UIs no inverno, considerando no inverno o Sol entre 11 e 14 hs (fora dessa faixa existe muito pouco UVB incidindo na superfície). Pergunta: quem fica tanto tempo no Sol assim em São Paulo? Resposta: ninguém!

Outra pergunta: Quantas UIs são suficientes? E para prevenção de doenças em decorrência do sistema de vida que levamos, com todos os conservantes, metais pesados, químicas e mais químicas que ingerimos e respiramos e que só fazem mal e ocupam os “espaços” que são destinados aos minerais e demais moléculas que precisamos para funcionar direito? Será que não precisamos de muito mais vitamina D para viver nesse ambiente insalubre a nossa volta?

E no inverno então, onde a coisa fica pior ainda?

Conclusão: TODOS PRECISAMOS COMPLEMENTAR VITAMINA D, QUER TOMEMOS SOL OU NÃO…. NÃO TEM JEITO!

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O MAGNÉSIO

O padre Padre Beno José Schorr – Prof. de física, química e biologia do Colégio Catarinense diz o seguinte sobre o magnésio:

“O cloreto de magnésio é uma descoberta fulminante da década de 1980, pouco difundida. Não é remédio, mas sim alimento essencial para a vida, a ponto de animais novos, bem tratados mas sem magnésio, morrem todos em um mês. O magnésio controla 18 minerais e tem umas 300 funções”

Esse mineral também é avaliado em nosso organismo através de exame de sangue, e segundo um pesquisador médico, Dr. Mark Sircus, nosso corpo necessita de tal forma deste mineral circulando em nosso sangue para a manutenção do funcionamento do coração, que se o sangue apresenta deficiência dele o organismo vai buscar o magnésio contido dentro de nossas células para manter seu funcionamento, e com isso interferindo em nosso metabolismo e demais sistemas celulares.

Vejam que interessante esse vídeo:

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Uma conclusão ao assistirmos vem corroborar com algo que estamos verificando em nosso estudo… a medicina tem uma série de falhas no compreender, medir necessidade e administrar reposição de uma série de nutrientes que o corpo humano necessita. O magnésio é mais um nutriente mal dimensionado pela academia.

Sua falta provoca uma série de problemas direta e indiretamente relacionados com nossas doenças, e não está sendo constatada pelos exames que são feitos (que absurdo). Depressão, problemas com o coração, com o sistema imunológico, com os ossos, com tudo o que se relaciona com o cálcio, e portanto com os objetivos também da vitamina D.

Se você resolve o problema da falta de vitamina D no seu corpo, mas não resolve a falta de magnésio, você vai continuar com várias “aberturas” para mau funcionamento e portanto para contrair doenças.

Como a vitamina D necessita de magnésio para ser ativada, a falta dele pode levar as pessoas que estão usando de doses acima de 10.000 UIs por dia em sua complementação, sentirem alguns efeitos adversos e poderem atribuí-los à vitamina D, sendo que na verdade é a falta de magnésio o culpado pelos efeitos.

Alguns destes efeitos seriam:

Dores de cabeça
Insônia
Cãibras musculares
Ansiedade
Palpitações cardíacas
Prisão de ventre

(fonte: Natural News)

Mas qualquer desses sintomas não se trata de alta dose de vitamina D mas sim escassez de magnésio no corpo, e daí a necessidade de se complementar também o magnésio. Os médicos por estarem desinformados, acabam por atribuir qualquer deles à vitamina D, criando confusão e permanência de baixos níveis de magnésio e vitamina D no corpo. Como vimos, os exames que eles fazem e acreditam são indutores de inverdades sobre o magnésio.

Sim, a vitamina D deve realmente aumentar a demanda do que já era escasso, mas aumenta porque precisamos mesmo de mais magnésio para funcionar direito.

Além da questão de efeitos adversos, o agravante é que independente deles, se a pessoa não repor magnésio, não vai ter vitamina D circulando nas formas ativas em seu sangue, e continuará, mesmo tomando complemento, sem obter os benefícios da suplementação, e pior, podendo inclusive provocar algum efeito adverso em seu intestino.

Vejam esse link AQUI da Natural News sobre esse assunto, bem como este outro AQUI sobre um estudo clínico feito em pacientes sobre vitamina D e magnésio, onde a conclusão foi de que a vitamina D complementada no grupo que era deficiente em magnésio (sem complementação dele) acabou por provocar efeitos nos intestinos destes pacientes, mesmo que não vi gravidade alguma nesses “efeitos”.

CONCLUINDO: É NECESSÁRIO COMPLEMENTAR O MAGNÉSIO EM NOSSO CORPO! 

E o que acontece em nossos dias onde o solo que cultiva o alimento que vai para nossa mesa está “cansado” e apenas recebe do homem uma reposição mineral a base de nitrogênio, fósforo e potássio?

Acontece que nosso corpo se ressente de magnésio…. essa é a resposta. E não apenas por isso, pois farinha de trigo branca, arroz branco e açúcar refinado são “ladrões” de magnésio do sangue e células, reagindo com esses alimentos e fazendo o pouco que temos de magnésio sair pela nossa urina… foi isso que assistimos.

O Padre Beno lá de Santa Catarina tem mais estas frases interessantes:

“REFINADOS – Então o bom Deus esqueceu do magnésio nos alimentos? Não! Ele entregou o domínio da natureza perfeita ao homem racional. A culpa é do próprio homem, obcecado por paixões de ganância, gula, vaidade… O industrial visa a lucros e refina, retira o “sujinho” dos grãos de arroz e do trigo, o melaço escuro do açúcar.

Do sal marinho, rejeita o magnésio, que umedece, o iodo, e mais 20 sais salubérrimos. Gaba-se do “progresso”, dos “alimentos brancos”… Desses 4 alimentos básicos, os mais consumidos no mundo, vende a bom preço esses restinhos “sujos” ao gado, para a sua saúde. Logo, sabe o que faz! No entanto, reserva para si o restante “bagaço branco” e, doente, corre à farmácia, pagando o cêntuplo por drogas ineficazes. Assim, o homem “fatura” nada menos que 50% das mortes por câncer…”

Portanto, sal iodado e vindo do Himalaia, do Everest, de onde quer que seja mas que seja marinho, natural e sem manipulação alguma química…. farinha integral, açúcar mascavo, mel, e no máximo um orgânico cristalizado… arroz também integral e de preferência com o que chamam de “palha” após ser retirada sua casca… isso é comer bem.

A quantidade de doenças relacionadas à falta de magnésio é grande, como vimos… mas se considerarmos que ele se relaciona diretamente com o cálcio e com a vitamina D, podemos dizer que é gigante, não grande, tanto quanto é gigante a importância de vitamina D, cálcio, magnésio e todos os minerais que nos nutrem…. o que estamos descobrindo é que a medicina está batendo cabeça no que sua academia está ensinando sobre medir e verificar níveis de normalidade destes nutrientes em nossos organismos considerando-os de forma separada.

O que temos como parâmetro de quantidade satisfatória de magnésio em nosso corpo?

Sinceramente, não vi em nenhum lugar que pesquisei algo que pudesse nos dar um “norte” como a vitamina D nos dá com o 25(OH)D3…. não há como medirmos índice de magnésio em nosso corpo de forma a sabermos se estamos ou não com deficiência.

Há sim deficiência, e é esta a conclusão que estes médicos que olham com a devida atenção para essas questões estão nos dizendo.

Sendo deficientes, devemos também prestar atenção na alimentação, como sempre…. o que afinal tem magnésio, e em que quantidades?

Temos essa tabela seguinte, encontrada AQUI, site que fala objetivamente sobre o magnésio, site do Dr. Sircus do primeiro vídeo logo acima, mesmo que saibamos estar comprometida pela deficiência do solo que originou os alimentos. Mas segue mesmo assim para conhecimento, não para usarmos como indicativo que se comermos tais alimentos estará tudo “ok”.

fontes_magnesio

Frisando o já dito, o problema está em saber se tem mesmo o que a tabela acima indica ter, considerando-se que não há mais o magnésio que antes havia no solo que produz estes alimentos. Infelizmente não podemos confiar nem nos números que o “RDA” que os EUA usam como valor de referência para suficiência, e nem confiar na quantidade de magnésio que os alimentos de fato tem. Beco sem saída?

O que podemos concluir facilmente é que temos de complementar esse mineral, e é o que primeiro fiz nesses últimos meses. Comecei desde ano passado a fazer complementação de magnésio, conforme veremos no vídeo seguinte.

Vamos conhecer nele um outro médico que nos vai dar uma solução para esse impasse, o impasse de apenas sabermos que somos deficiente mas não sabermos “como”,  nem o “quanto” complementar desse mineral.

O Dr. Luiz Moura tem ajudado muita gente, mas muita gente mesmo com o que defende e ensina em sua vídeo que fala sobre auto-hemoterapia, algo que vamos abordar em outro texto aqui no blog. Bem conhecido aqui no Brasil e em outros países por curar muitas pessoas de doenças auto-imunes, o Dr. Luiz Moura lança luz sobre essa questão do magnésio e como podemos fazer para complementa-lo em nosso organismo. Assistam o vídeo:

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Não é incrível? Perceberam que todas as análises do Dr. Luiz sobre os índices de câncer sobre as populações europeias variaram conforme regiões com menos e mais magnésio?

Mas perceberam também que da mesma forma, a localização destas regiões possuem variações quanto à exposição solar de raios UVB (distância do Equador), exatamente aumentando o percentual de doença também quanto menor a incidência de raios de Sol?

Percebem como um e outro estão associados e devem serem vistos juntos em pesquisas, pareceres, exames, administrações de complementação, etc?

Infelizmente parece que esses médicos todos apenas estão enxergando parcialmente o problema, ou estão deixando alguma coisa para ser esclarecida em seus consultórios…rs, brincadeira claro.

O Dr. Luiz Moura mora no Rio de Janeiro, lugar de alta incidência de Sol onde todos tomam Sol… natural que ele não deu atenção a falta de vitamina D para o povo carioca, pois a maioria do povo carioca toma muito sol o ano inteiro, além de devermos considerar que o Dr. Luiz estar com idade bem avançada, com consultório “entupido” (meses e meses para achar vaga para consulta) e portanto sem muito tempo para acompanhar o que está acontecendo com as descobertas sobre a vitamina D.

Mas é claro que não é apenas o magnésio que deve ser visto com seriedade… vitamina D também…. e cálcio…. e boro…. e selênio…. como veremos mais abaixo.

Viram a dosagem correta que o Dr. Luiz recomenda no minuto 11:37? Tem de ser desse jeito mesmo…faz-se a solução conforme ele ensinou, ou seja, 1 colher de sopa ou cerca de 20 gramas de cloreto de magnésio tipo “PA” (Para Análise) em 1,6 litros de água…. mas e aí? … quanto beber dessa solução?

Bom, eu faço o seguinte… preparo 1,5 litros de solução com uma colher bem cheia de cloreto de magnésio e deixo na geladeira…. logo de manhã bebo 3 goles caprichados, e no bico da garrafa (rs)…. essa é a minha medida. Se beber mais percebo o efeito laxante na sequência.

A noite, bebo mais dois goles e vou dormir. Tranquilo e sem mais nem menos. Estou bem, muito bem.

O que dou de testemunho aqui para quando só tomava cloreto de magnésio, é que meu ânimo na época melhorou quando passei a tomar, capacidade de concentração também, a pele então, nem se fala… sumiram todas minhas pintas e manchas no braço, caminho para um câncer de pele tranquilamente, igual ao que meu avô desenvolveu… tinha coceiras na pele, que por vezes formavam feridas, e tudo isso desapareceu após iniciar com o cloreto de magnésio pelas manhãs.

Cloreto de magnésio PA - Synth - pote meio quilograma

Cloreto de magnésio PA – Synth – pote meio quilograma

Por isso recomendo fortemente que todos as queridas leitoras e leitores façam o complemento com cloreto de magnésio, do tipo “PA” ou “para análise”, que significa  para laboratório de manipulação.

Eu estou usando esse cloreto AQUI, que durou mais de um ano (estou nos últimos “goles” de um pote de um quilo), mesmo eu distribuindo para várias pessoas pacotinhos para elas conhecerem.

Tem também em várias casas de produtos naturais e vendem em doses de 33 gramas. Se achar e sendo “PA”, podem comprar e custa nem R$ 5,00, sendo que essas 33 gramas podem ser diluídas numa garrafa com 1,5 litros de água. É o que faço. Depois dou meus 3 golinhos de manhã e a noite mais dois, sendo que durante o dia vou lá e dou mais alguns goles espaçadamente. Quanto mais, melhor, desde que não cause diarreia.

Já a uma semana estou tomando também magnésio com um complemento multi-mineral que também tem cálcio, toda noite. Está tudo muito bom e ficando melhor a cada dia… delícia!

Então queridos, duas coisas muito importantes podemos concluir com o magnésio…. ele está escasso na nossa alimentação e por isso somos deficientes dele normalmente. Tenho certeza absoluta disso, pois não o fosse minha pele, disposição e concentração não tinham melhorado como melhorou quando fiz uso apenas dele em complementação, por alguns meses.

O magnésio participa de forma muito ativa em nosso metabolismo celular e junto com a vitamina D se potencializa e controlando o cálcio e tantas outras reações dos nossos vários sistemas, inclusive o sistema imunológico, nos deixa realmente em ótimas condições.

Ora, sem magnésio suficiente, menos preparados para viver com saúde estamos…. portanto todos vocês…. DEVEMOS COMPRAR O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL CLORETO DE MAGNÉSIO E COMEÇAR A FAZER A SOLUÇÃO INDICADA PELO DR. LUIZ MOURA E TOMÁ-LA TODOS OS DIAS E PARA O RESTO DOS DIAS DA NOSSA VIDA.

Isso é o que devemos fazer, pois são médicos que nos dizem isso, são pessoas que estudam com atenção e afinco estas coisas e devemos escutá-las para o nosso bem e o bem de nossa família, e independente do que o médico do nosso plano de saúde diga.

Apenas os que possuem problemas renais crônicos devem ter atenção especial a uso de magnésio, pois ele quando em excesso dá mais trabalho aos rins. Ora, qualquer coisa em excesso dá trabalho aos rins e deve ser evitado. O ponto é que até chegarmos ao excesso, o magnésio não é problema para os rins… simples. E quando podemos saber que está havendo excesso? Quando observamos o efeito laxante…. ou não?… então…

Você pode comprar onde quiser o cloreto de magnésio, pois tem em vários lugares, mas compre um cloreto puro (“PA”).

Outra opção você pode encontrar na nossa página “Chegando aos 100” (ver AQUI). Depois de lá irá conhecer a nossa CORRENTE DO BEM, que usa o marketing de nível de uma empresa americana bem grande, que vende pela internet mais de 35.000 produtos naturais de alta qualidade, com preços imbatíveis e com entrega direta para o Brasil, na sua casa.

Todos poderemos ver essas preciosíssimas informações que estamos lendo serem difundidas para os que  conhecemos para que possam gozar também de uma boa saúde, e com essa atitude de compartilhar com eles o que aprendemos, acabaremos por ver os custos dos nossos complementos serem absorvidos pelo próprio site americano pelo seu “programa de recompensas”. Sensacional isso…. vocês vão gostar.

Independente do que vocês escolherem com relação ao como comprar o cloreto de magnésio, o importante é escolher e agir de alguma forma. Isso é para o seu bem e o bem de sua família.

Com isso você está já dando um importante passo dentro do programa básico de saúde que estou entendendo como algo muito mais importante ser feito do que apenas pagar e frequentar uma academia apenas, para ficar “puxando peso” e correndo em esteira.

Se nos conscientizarmos que nosso corpo é uma máquina biológica, e como máquina necessita de certas coisas para funcionar direito, poderemos então com as informações vistas em estudos como este passar a dar ao nosso o que ele precisa para se conduzir pela vida sem doenças, estando assim realmente saudável, com disposição e vitalidade para buscar as coisas mais importantes.

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OUTROS MINERAIS QUE TRABALHAM JUNTO A VITAMINA D

EleitosComo vimos com o magnésio, a vitamina D necessita de uma série de outros minerais funcionando para que de forma sinergética todos as funções que esses minerais realizam em nosso corpo realmente aconteçam de forma eficiente.

A coisa é assim… como exemplo, se a vitamina D age como uma espécie de “chave” liga-desliga para regular a ação do cálcio na comunicação celular conforme vimos, mas o cálcio precisa do magnésio para “acontecer”, de que adianta ter vitamina D e cálcio se não tenho magnésio?

Ou ainda, de que adianta magnésio e vitamina D se não tenho cálcio?

Compreenderam? Precisamos de uma série de coisas, e não de apenas uma. Um carro não anda sem gasolina, claro, mas também não anda sem a bomba de gasolina, ou ainda as velas ou até mesmo um simples relê da parte elétrica funcionando corretamente.

As relações entre os componentes de uma máquina são inúmeras e todos tem de funcionar conjuntamente e sinergicamente para que o carro ande. Com nosso corpo é a mesma coisa. Precisamos de uma série grande de nutrientes para vermos nossos corpos funcionar direito.

Então, para tornar efetiva a complementação da vitamina D, precisamos saber o que mais pode estar faltando para que todo o conjunto venha a funcionar direito.

Não encontrei muitas informações a respeito dos demais minerais que devem atuar conjuntamente com a vitamina D, a exceção do magnésio e do cálcio já vistos. Apenas esse artigo AQUI encontrei falando sobre o assunto. Este site também trata apenas de assuntos relacionados a vitamina D… bem interessante.

Fala sobre os “co-fatores” ou outros minerais que devem estar presentes para que a vitamina D tenha sua potencia liberada para uso dos sistemas em que interage.  Esses são os “co-fatores” da vitamina D:

  • Magnésio
  • Vitamina K
  • Zinco
  • Boro
  • Vitamina A

Sobre o magnésio já vimos acima. Para os demais nutrientes, vou transcrever o que encontramos neste site, que creio estar bem resumido e suficiente para fazer buscar complementação desses nutrientes em minha dieta diária.

VITAMINA K: 

vitamina k“Seu corpo precisa de vitamina K por duas razões importantes: para ajudar a curar feridas corretamente, certificando-se de seus coágulos de sangue; para manter os ossos fortes e saudáveis. Há também uma pesquisa que mostra que a vitamina K pode ajudar a proteger contra o desenvolvimento de doenças, como doenças do coração, câncer de próstata e doença de Alzheimer.

A vitamina K é importante para se certificar de que o cálcio que você começa a partir de alimentos ou suplementos é usado em seus ossos. A vitamina D e vitamina K trabalham juntos para fortalecer seus ossos e ajudá-los a desenvolver-se adequadamente.

Existem dois tipos principais de vitamina K.

  1. A vitamina K1, que vem de vegetais de folhas verdes como couve, acelga e espinafre.
  2. A vitamina K2, que vem de carnes (carnes de órgãos, em particular, como o fígado), ovos, insetos e queijos duros. Este tipo de vitamina K2 é chamado de MK-4. Também existe um outro tipo de vitamina K2, chamado MK-7, que vem de natto.

A vitamina K também pode ser feita como um suplemento, ou como K1 ou K2, onde K2 pode ser ou MK-4 ou MK-7.”

Ou seja, devemos considerar que uma complementação adequada de vitamina D vai acabar também demandando uma maior disponibilidade de vitamina K, e por isso devemos considerar complementar-la, de forma a termos certeza de que não vamos nos ressentir de sua falta. Uma saída é ver um exame com o médico sobre seu nível no corpo, para então decidir por complementação em doses muito altas. Eu faria isso.

Vejam AQUI um alerta importante por um médico brasileiro sobre a importância da complementação da vitamina K quando se toma altas doses de vitamina D e suas explicações.

O Dr. Lair RIbeiro, inúmeras vezes citado neste blog, diz a mesma coisa em suas aulas sobre medicina anti-envelhecimento e em seu DVD sobre o tema Vitamina D.

Para os que estão doentes e fazendo uso de mais de 25.000 UIs por dia de vitamina D, uma boa vitamina K2 é a que se encontra no código JRW-30001 no site da iHerb, que você deve conhecer na nossa Corrente do Bem AQUI. Saiba lá como entrar para a corrente do blog, ganhar desconto na sua primeira compra e descontos nas suas futuras compras.

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ZINCO:

zincoO zinco é um mineral e é encontrado principalmente nos músculos e ossos. É importante para:

  • combater a infecção e cicatrização de feridas.
  • ajudando o seu corpo para fazer novas células e substâncias chamadas enzimas.
  • ajudando o seu organismo a utilizar o carboidrato, gordura e proteína na alimentação.
  • crescimento e desenvolvimento – por isso é vital para obter o suficiente durante a gravidez, infância e adolescência.
  • o seu sentido de gosto e cheiro.

Você pode obter zinco a partir de uma série de alimentos. Ostras contém mais zinco que qualquer outro alimento, mas também é encontrada na carne vermelha, aves, feijão, frutos do mar, como caranguejo e lagosta e nozes. Alguns cereais matinais têm zinco adicionados a eles.

Grande parte do zinco que recebemos dos alimentos vem da carne, eo zinco, que é encontrado em vegetais e grãos é mais difícil para o seu corpo para usar. Isto significa que se você é um vegetariano, você pode precisar de mais zinco a cada dia do que as pessoas que comem carne. Se você estiver com mais de 60 anos de idade, você também é mais provável de ser falta de zinco.

O zinco não é armazenada em seu corpo, então você precisa comer alimentos que contenham todos os dias, ou tomar suplementos. Os suplementos estão disponíveis numa série de diferentes formas, tais como comprimidos e cápsulas, ou como parte de muitos multivitaminas. Algumas pastilhas frio que contêm zinco também são rotulados como suplementos.

O zinco pode ajudar a vitamina D para trabalhar no interior das células do seu corpo. Também é importante para garantir que o cálcio que você começa a partir de alimentos ou suplementos é usado em seus ossos. A vitamina D e zinco trabalhar juntos para fortalecer os ossos e para ajudá-los a desenvolver corretamente.

O que vemos são vários motivos para nos ocuparmos em termos o necessário zinco dentro do corpo, não acham? E sinceramente creio ser muito fácil apresentar uma certa deficiência deste mineral quando vamos avançando em idade. Estou bem ocupado em cuidar direitinho de minha complementação dele, principalmente pelos efeitos altamente preventivos dele para com relação ao câncer de próstata, algo acabar com a qualidade de vida de meu avô, além de matá-lo no fim de sua vida, além de também ter apanhado meu pai pelo caminho. Terrível ficar sem zinco também.

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BORO:

boroO boro é um mineral, o que significa que é só presente em pequenas quantidades em seu corpo, e seu corpo só precisa de pequenas quantidades do mesmo para se manter saudável. É essencial para uma boa saúde e ajuda o organismo a usar outros minerais, como cálcio e magnésio corretamente. Ela ajuda a manter os ossos saudáveis, afeta a forma como o cérebro funciona e afeta os níveis de hormônio em seu corpo, por exemplo, o nível de testosterona.

Você encontra boro a partir dos alimentos que você come e de algumas bebidas. Frutas, legumes e nozes contêm boas quantidades de boro, assim como o vinho, cidra e cerveja. Manteiga de amendoim, abacate e uvas passas são outras boas fontes de boro. Você também pode tomar boro como um complemento.

Não há ingestão diária recomendada para o boro para dizer o quanto você precisa dele a cada dia. No entanto, há um nível superior  de ingestão tolerável (UL). UL é a dose máxima que você pode tomar, sem se arriscar em apresentar algum efeito adverso pela complementação. A Academia Nacional de Ciências determina que a UL para o boro é de 20 mg por dia. Veja AQUI um resumo interessante sobre o boro.

Não há dúvidas de que importantes benefícios também são colhidos se este mineral existe na quantidade suficiente em nosso corpo. Faltar é que não pode. Não existe uma quantidade definida como suficiente para ele, mas existe limite de ingestão para área de toxidade. No texto “Chegando aos 100” você encontra as informações para decidir sobre complementação, principalmente por ser  um co-fator da vitamina D.

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VITAMINA A:

vitamina aSeu corpo precisa de vitamina A para uma boa visão, para ajudá-lo a combater a infecção e manter a pele e as membranas mucosas saudáveis. Mucosas são os forros dentro de partes do seu corpo, como o nariz, os seus intestinos e pulmões. A vitamina A é também importante no desenvolvimento de células e é, portanto, essencial para o desenvolvimento do feto no útero.

Existem dois tipos principais de vitamina A:

  1. Beta-caroteno, que você pode ingerir a partir de frutas coloridas e legumes, como cenoura, damasco, manga e folhas verdes.
  2. Retinol, que você pode ingerir a partir de carnes de órgãos (como o fígado) e produtos lácteos, como manteiga, queijo e leite.

Você também pode tomar a vitamina A como um complemento, tanto nas formas de beta-caroteno e retinol. No entanto, é possível fazer muito retinol, e como o seu corpo não pode se livrar dele facilmente, isso pode ser prejudicial. Seu corpo pode se livrar do excesso de beta-caroteno, no entanto.

Não tome mais do que a dose diária recomendada de vitamina A na forma de retinol. A vitamina A também pode interagir com uma série de medicamentos, por isso, se você está pensando em tomar um suplemento e está a tomar medicamentos ou ter problemas de saúde, fale com o seu médico para aconselhamento. Se você não tem vitamina D suficiente no seu corpo, você poderia estar em maior risco de os efeitos nocivos do excesso de vitamina A.

A vitamina A e vitamina D trabalham juntos para ajudar o seu “código genético” funcionar corretamente. Se você não tem suficiente vitamina A, vitamina D pode não ser capaz de desempenhar essa função corretamente. Por outro lado, a pesquisa também mostra que, se você tem muita vitamina A, vitamina D não funciona tão bem. Neste momento, no entanto, os pesquisadores não sabem o quanto de vitamina D que você precisa em comparação com a quantidade de vitamina A que você precisa.

Incrível não? A medicina ainda está “engatinhando”. Sobre a vitamina A, optei por enquanto por uma complementação simples pelo multivitamínico que estou tomando. E em breve devo nem mais complementar nada, visto que a alimentação certa já parece trazer a quantidade necessária.

Assim, caras amigas e amigos, para complementar vitamina D e tornar essa complementação eficiente em nosso corpo, devemos necessariamente também cuidar destes minerais, onde eu tenho mais atenção ao zinco, ao boro e ao magnésio, pois são minerais de mais difícil disponibilidade na alimentação a que estou dependente aqui (solo sem reposição mineral).

A vitamina A já existe normalmente nos alimentos, e a reposição dela tenho como por ser inserida dentro do meu programa de suplementação mais tarde, depois dos 60 ou 70 anos, mesmo que faça um pouco por esses diasagora (70% para Vit A), mas vou parar em breve.

Não deixe de visitar essa página AQUI para conhecer o programa que criei e estou buscando desenvolver mais e mais, o qual dei o nome de “CHEGANDO AOS 100“, que creio mesmo nos levar aos 100 anos de vida com qualidade e saúde mental e física, tornando o “chegar lá” algo proveitoso e bom (e se Deus assim o desejar, claro). Vamos ver se vocês vão concordando com o que vamos avançando nesses estudos. Este texto é o primeiro.

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MÉDICOS SÉRIOS…

… pensam dessa forma:

“É pensamento compartilhado por todos os membros da diretoria do Instituto de Autoimunidade, que os sentimentos e percepções que devem nortear o tratamento dos pacientes afetados por essas e outras doenças são o senso humanitário, a capacidade de empatia e a genuína vontade de auxiliar, ajudar, servir, minorar o sofrimento e restabelecer a saúde.

Nesse sentido, impõe-se radical mudança de paradigma de investigação e tratamento, abandonando-se o foco no exclusivo uso crônico de drogas que, por seus efeitos colaterais, deterioram a qualidade de vida do paciente, além de colocarem em risco sua integridade física e sua vida, sem perspectiva de uma solução em qualquer prazo.

Como novo paradigma a ser buscado, qualquer padrão de comportamento, alteração ou distúrbio metabólico que potencialmente contribua para o desencadeamento, sustentação e/ou agravamento da doença deve ser identificado e corrigido, sempre que essa correção for possível, com o objetivo de alcançar o desaparecimento dos sintomas, a solução do problema e a libertação do uso crônico de medicamentos.”

Dr. Cícero Galli Coimbra - chefe da cadeira de neurologia da USP/SP

Dr. Cícero Galli Coimbra – professor de neurologia da Faculdade de Medicina da USP

Cícero Galli Coimbra
Médico Internista e Neurologista
Professor Associado Livre-Docente da Universidade Federal de São Paulo
Presidente do Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade

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Foi assistindo o vídeo a seguir com uma entrevista deste médico sério, que comecei a me posicionar sobre a vitamina D e todo o absurdo do destrato pela medicina acadêmica de tão preciosas informações que estamos vendo nesse estudo.

Fossem a maioria dos médicos no mundo um pouco responsáveis e discernidos para com o que vieram fazer nesse planeta, como o Dr. Cícero aparenta ser, não teríamos a porcaria de serviços de saúde a que a grande massa desse planeta está submetida.

Vejam o vídeo e entendam o “empurrão” para o nascimento do Saúde&Sabedoria.

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Não é simplesmente impressionante??

Senhores leitores e senhoras leitoras, MAIS DE 800 PACIENTES TRATADOS E CURADOS DE SUAS DOENÇAS AUTO-IMUNES, SEM EFEITOS COLATERAIS, SEM MEDICAMENTOS CAROS, SEM “NHÊNHÊNHÊ” DE TERROR APLICADO PELO MÉDICO E, PRINCIPALMENTE, SEM SOFRIMENTO!!

Vou postar novamente o currículo resumido do Dr. Cícero para deixar bem claro quem foi que disse o que você ouviu no vídeo acima:

Cícero Galli Coimbra
Médico Internista e Neurologista
Professor Associado Livre-Docente da Universidade Federal de São Paulo
Presidente do Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade

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O que vimos foi a confirmação do que concluímos pelo que estudamos até aqui…. devemos todos termos cerca de 10.000 UIs desta “vitamina” sendo produzida diariamente pelo sol em nossa pele ou complementada com nutriente, que ela é determinante para nossa saúde, que praticamente todo mundo é deficiente, que está relacionada com as doenças mais sérias que nos assolam, que a medicina atual ignora os milhares de estudos que mostram isso, que existe interesse por parte dos laboratórios em não permitir que essas informações sejam difundidas, que altíssimas dosagens na presença de outros minerais curam mesmo doenças sérias, que é preciso fazermos alguma coisa agora por nós mesmos e pelas pessoas que nos cercam!

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MÉDICOS QUE ESTÃO ATENTOS A QUESTÃO DA VITAMINA D

Vou passar a seguir uma relação com os médicos que estão adotando protocolos com doses mais apropriadas de vitamina D, listagem que a princípio é extraída do site “Vitamina D por uma outra terapia”, mas que estará sendo atualizada constantemente, sempre que surgir médicos que demonstram serem sérios e responsáveis para com seus pacientes.

Médicos que fazem parte da equipe do Dr. Cícero:

Dr. Cícero Galli Coimbra
Especialidade: Neurologia
Cidade: São Paulo/SP
Endereço: Rua Diogo de Faria, 775 conj. 94
Tel: (11) 5908-5969

Dr. Danilo Chiaradia Finamor
Especialidade: Dermatologia
Cidade: São Paulo
Endereços:
– Rua Nuporanga, 77 – Tel: (11) 5082-1013
– Rua Diogo de Faria, 775 conj. 94 – Tel: (11) 5908-5969

Dra. Haládia Simião 
Especialidade: Endocrinologista / Clínica Geral
Cidade: São Paulo/SP
Endereço: Rua Diogo de Faria, 775, conj. 94
Tel: (11) 5908-5969

Dr. Walter Feldman 
Especialidade: Clínico Geral
Cidade: São Paulo/SP
Endereço: Rua Diogo de Faria, 775, conj. 94
Tel: (11) 5908-5969

Dr. Sergio Menendez Lucero
Especialidade: Clínico Geral
Cidade: São Paulo/SP
Endereço: Rua Diogo de Faria, 775, conj. 94
Tel: (11) 5908-5969

Médicos que tiveram acesso ao protocolo do Dr. Cícero Coimbra e estão tratando pacientes com altas doses de vitamina D, mas não estão seguindo a mesma metodologia necessariamente:

Dr. Sílvio Laganá
Especialidade:
 Nutrologia
Cidade: São Paulo
Endereço: Rua Francisco Leitão, 210
Tel: (11) 3088-3711

Dr. Edison Saraiva Neves
Especialidade: 
Nutrologia
Cidade: Brasilia/DF
Endereço: SHLN lote 10 bl J. Ed. Multiclinicas salas 3/05/307.
Tel: (61) 3274-8661

Dr. André Costa Lage 
Especialidade: Clínico Geral e Acupunturista
Cidade: Vespasiano/MG (a 20 km de Belo Horizonte)
Tel: (31) 3621-3110

Dra. Maira Elise Jann (novo)*
Especialidade: Clinica Geral
Cidade: Vale Real (RS)
Endereço: Rua Emancipacao 505 sala 101
Tel: (51)9862.4860.

Dra. Cristina Sales
Cidade: Porto (PORTUGAL)
Endereço:
 Rua Alexandre Herculano,371-3º frente esq
http://www.cristinasales.pt

Outros profissionais que trabalham com vitamina D no tratamento de doenças autoimunitárias, mas sem relação nenhuma com o protocolo do dr. Cícero Coimbra:

Dr. Francisco Eristow Nogueira
Especialidade:
 Anestesia/Acupuntura
Cidade: Fortaleza/CE
Tel: (85) 3252-2348 ou (85) 9959-9783

Se alguém conhece outro profissional, ou mesmo algum médico ou médica desejar, por favor informe dados para publicação aqui no site.

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CONCLUSÃO

TEMOS DE TOMAR SOL E TOMAR COMPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D.

sol_mulherEsta é a principal conclusão, a qual espero sinceramente compartilhar com todos os que chegaram a ler esse texto até aqui…. tomar Sol quando dá, e complementar todos os dias o que necessitamos.

Não há outra forma de se ver atendidas nossas necessidades de vitamina D o ano inteiro, a não ser que você more em muito baixas latitudes e esteja com constância exposto ao Sol.

Como para a grande maioria da população brasileira essas condições não são atendidas, temos mesmo de admitir que necessitamos complementar.

Mas quanto de vitamina D devemos tomar diariamente? Que tipo?

Pelas pesquisas e conclusões dos médicos e nutricionistas que participaram das pesquisas que vimos nesse estudo, podemos concluir o uma tabelinha abaixo informa…

PESSOA

DOSE DIÁRIA mínima (UIs)

Criança com menos de 30 kgs

2.000

Criança com mais de 30 kgs

5.000

Adultos até 100 kgs

10.000

Adultos com mais de 100 kgs

15.000

E qual o tipo de vitamina D?…. D2 ou D3? … De origem animal ou vegetal?

Vimos que os médicos indicam que a D3 acaba sendo melhor ativada no organismo, e as de origem vegetal sendo as mais comuns e também vistas com maior absorção.

“Mas e por quê devemos tomar esta alta dose Daniel, se vimos que com até 2.000 UIs já reduzimos de forma significativa o risco de câncer (77% – San Diego University), o que já estaria razoável para uma complementação?”…. alguém pode perguntar….

Eu tenho o seguinte…. com 600 UIs o pessoal viu que se combate o raquitismo e a osteoporose. Com 2.000 UIs se reduziu em 77% o risco de câncer de mama em mulheres na fase de menopausa, e com 10.000 UIs o Dr. Cícero aqui no Brasil está curando um monte de pessoas com doenças auto-imunes.

Vimos que cientistas médicos afirmam que quanto maior o índice de vitamina D no sangue menor o risco de câncer.

Vimos que pode surgir algum problema apenas para dosagens maiores que 40.000 UIs e ainda estatisticamente com uma muito pequena porcentagem de haver algum PEQUENO efeito adverso nessa dosagem para raras pessoas. Problema mesmo a medicina só conhece para pessoas que tomaram milhões de UIs e sem querer.

Ora, pelas próprias pesquisas médicas vistas, eu digo que hoje tomo 15.000 UIs por dia, com meus 50 anos, sem ter câncer ou doença importante que seja conhecida. Agora vou fazer um exame para saber qual o meu nível de 25(OH)D3 e vou mantê-lo próximo ao valor de 100 ng/ml, o que é menos do que a metade do limite para condição de surgimento de efeitos adversos, que está em 240 ng/ml pelo que vimos nas pesquisas médicas.

Se eu precisar para chegar aos 100 ng/ml tomar 25.000 UIs por dia, o farei, podem ter certeza. Eu não vou ficar olhando para percentuais de risco maiores de desenvolver qualquer coisa séria que possa comprometer minha saúde, por “economizar” em suplementação por “achismo” da minha parte que “pode” me fazer mal, indo esse “achismo” na contra mão dos fatos e opiniões de pesquisadores médicos e cientistas que estão à frente do desenvolvimento de todas as informações vistas aqui.

Mesmo que aconteça qualquer “coisinha” quando estiver complementando, não vou ficar que nem tolo atribuindo à vitamina D a responsabilidade pela “coisinha”. Tem de ter ponderação e bom senso.

Economia faço na hora de digerir porcarias que ainda me vejo sucumbindo no atendimento das vontades do meu corpo, como comer uma bela feijoada, uma picanha com a gordurinha na lateral, uma deliciosa costela de vez em quando, sorvete e outras coisas que sei que mesmo sendo deliciosos, acabam por “forçar” a máquina do meu corpo durante seu funcionamento, podendo até me fazer mal caso não esteja preparado para tal situação como o programa “chegando aos 100” visa deixar. Essa economia faz sentido.

Agora, economizar algo que está sendo claramente provado que só faz ajudar o meu corpo, é vital para minha saúde, tem níveis de toxidade absurdamente altos e muito longe do que até imagino complementar, isto não seria atitude que uma mente ainda saudável e discernida tomaria…. certo?

Então meus caros, acessem essa postagem AQUI e conheçam o complemento de vitamina D que eu uso. Poderão, se desejarem, comprá-la por um preço impressionantemente barato. E se for a primeira vez que fizerem uma compra no site recomendado pela nossa Corrente do Bem, então fica quase que de graça. Não deixem de visitar a página, e lá conhecerão também como complementar os demais minerais que são muito importantes acompanharem a complementação desta “vitamina”.

Fazendo a complementação necessária para a manutenção ao menos do seu índice de 25(OH)D3 ficar acima de 80 ng/ml, e complementando também os demais minerais vistos, você estará fazendo algo tão absurdamente bom para você mesmo que fica até difícil de mensurar a importância de tal atitude.

Afastar câncer, doenças auto-imunes, gripes, mantendo boa disposição e vontade para fazer suas coisas, me parece sinceramente a coisa mais importante para se cuidar e fazer no seu dia…. ou não?

Comece! Isso é o que importa…. COMEÇAR!

Compre a vitamina D, com o cálcio e o magnésio indicados (não vai demorar mais que uns 15 minutos)…. comece a tomá-los…. tome um mês e inclua o boro e o zinco, através de um multivitamínico  simples e de pouca potência de nutrição (é o que estou fazendo e me sentindo muito bem), ou individualmente (como vou fazer nos próximos dias).

Faça o mesmo pelas pessoas que moram na sua casa…. verá que custa pouco e traz muito retorno para sua família… cuide deles… faça alguma coisa por eles!

Seja uma pessoa do bem.

E não guardem estas informações só para você… divulgue, pois alguém pode estar sofrendo mesmo por causa de dores e doenças…. faça sua parte.

Nossa obrigação é alertar a todos.

5 responses to this post.

  1. Posted by Catia lima on 18 de Outubro de 2016 at 14:43

    A vitamina D em altas doses pode curar um paciente de esclorese múltipla já em estagio avançado ??,Por favor preciso desta resposta.😔

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    Responder

    • Vitamina D é tratamento de controle, não de cura. Toda doença degenerativa tem sua causa primária em fenômenos eletromagnéticos. Ressonâncias importantes em área de alta vibração ocorrem e projetam os sintomas que no caso vc experimenta.

      Doenças degenerativas que envolvem o sistema nervoso são as que demandam maior quantidade de protocolos de ataque. No seu caso, eu realizaria a Terapia DB7 Energia para fechar as portas para ressonâncias internas que dão origem à doença e atenuação ou mesmo eliminação das dores. Também a ativação de sistema imune e o de neurogênese é esperado nessa Terapia. Mas em casos graves pode ser sim necessário protocolo de altas doses de vitamina D, que vão acelerar efeito da neurogênese.

      Leia esse artigo AQUI, esse AQUI e esse outro AQUI. Se vc possuir fator RH positivo, suas esperanças de se ver livre desse terrível problema aumentam bastante. Considere baixar a auto-avaliação nesse link AQUI, preencher e enviar-me por e-mail. Planejo sua terapia e a proponho. Depois decida.

      Fraterno abraço.

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  2. que belo trabalho

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    Responder

  3. Posted by Valdomiro on 28 de Agosto de 2016 at 11:33

    Parabéns, muito boa orientação.

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    Responder

  4. Posted by Paulo on 1 de Setembro de 2015 at 19:06

    Parabéns pelo blog!!

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    Responder

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